Modelo de Biblioteca Escolar





Aprovamos, no início de julho de 2009, o programa de extensão que se chama: MODELO DE BIBLIOTECA ESCOLAR. A proposta visa oferecer uma nova imagem a bibloteca escolar tornando-a um espaço de prestação de serviços e mediação informacional. A execução do programa será feita no município de Juazeiro do Norte - Ceará em virtude de ter sido aprovado como atividade extrensionista do curso de Biblioteconomia deste município. O projeto além de uma perspectiva social, cultural e educativa da biblioteca, também prima por uma mobilização política, haja vista que a biblioteca escolar possui um mercado potencialmente pleno para a área de Biblioteconomia, mas que precisa ser transformado em algo efetivo.


Ressaltamos que esta proposta de extensão vem como continuidade da campanha desenvolvida nos anos de 2006 e 2007 em Fortaleza que foi chamada de: CADA ESCOLA UMA BIBLIOTECA E CADA BIBLIOTECA UM BIBLIOTECÁRIO.

Os objetivos iniciais do projeto são:

GERAL

Desenvolver atividades diversas na biblioteca escolar, visando reconhecê-la como instrumento efetivo de prática social, educativa e cultural em uma escola do tipo A (área urbana) e outra do tipo do D (área rural) no município de Juazeiro do Norte.

ESPECÍFICOS

Promover atividades de leitura e escrita estimulando o senso de interpretação e criticidade dos alunos;

-Desenvolver a teoria e a prática da pesquisa escolar criando uma interlocução da pesquisa no ensino básico com o ensino superior a fim de fomentar nos alunos o sendo da investigação e do questionamento;

-Mostrar à comunidade escolar as possibilidades de serviços da biblioteca no estímulo ao desenvolvimento da pesquisa e do gosto pela leitura;

-Sensibilizar a sociedade no que se refere às potencialidades sociais, educativas e culturais da biblioteca escolar;

- Promover cursos de capacitação para professores, alunos e funcionários referentes a questões de cultura, leitura, informação, pesquisa, metodologia de ensino, marketing em bibliotecas, dinamização do acervo, etc.

-Diversificar os meios de incentivo à leitura em diferentes mídias;

-Valorizar o bibliotecário como profissional habilitado para trabalhar na biblioteca escolar;-Reflexão da realidade sócio-educacional e cultural cearense observando a realidade dos investimentos feitos pelos governos Federal, Estadual e Municipal nas bibliotecas escolares.

Em breve estaremos disponibilizando mais informações sobre esta proposta extensionista que vem com a finalidade de revolucionar o que se concebe por biblioteca escolar no Brasil.
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Bibliotecas digitais de Teses e Dissertações



Abrimos espaço para disponibilizar links de diversas Bibliotecas Digitais de Teses e Dissertações, tanto em nível nacional como internacional.


NACIONAIS


Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - IBICT
http://bdtd.ibict.br/bdtd/
E-mail: Hélio Kuramoto - kuramoto@ibict.br

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - USP
http://www.teses.usp.br/
E-mail: http://www.teses.usp.br/contato.html

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFRGS
http://www.biblioteca.ufrgs.br/bibliotecadigital/
E-mail: bdtd@bc.ufrgs.br

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFSCAR
http://www.bdtd.ufscar.br/
E-mail: http://www.bdtd.ufscar.br/contato.php

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - CAPES
http://servicos.capes.gov.br/capesdw/Teses.do
E-mail: cac@capes.gov.br

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UNICAMP
http://libdigi.unicamp.br/
E-mail: bibdig@unicamp.br

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - FAPESP
http://fapesp.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/teses/?IsisScript=iah/iah.xiclang=Pbase=TESES
lang=Pbase=TESES

Biblioteca Digital de teses e Dissertações - UnB
http://www.bce.unb.br/
A Universidade Federal de Brasília - UnB disponibiliza através da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - BDTD : http://machado-assis.bce.unb.br/bdtd/ , em parceria com o IBICT, a produção científica (teses e dissertações)em formato digital, publicada originalmente em formato impresso. Termo de autorização: http://www.bce.unb.br/principal/conteudo.php?tipo_informacao=8codigo=205
codigo=205

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UCG (Goiás)

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFG

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UERJ

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFAL

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFAM

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFBA

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFC
http://www.biblioteca.ufc.br/

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFJF

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFLA

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFPel

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFRN
http://bdtd.bczm.ufrn.br/tedesimplificado/

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFSC
http://aspro02.npd.ufsc.br/htdig_teses/
E-mail: sigrid@bu.ufsc.br
Biblioteca digital da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, que disponibiliza teses e dissertações na área de Biblioteconomia e Ciências da Informação. Catálogo geral no sistema Pergamum http://aspro02.npd.ufsc.br/biblioteca/php/opcoes.php

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - FURG

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - Mackenzie

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - PUC Brasília

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - PUC Campinas

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - PUC Minas

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - PUCPR

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - PUCRS

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - PUCSP
http://www.sapientia.pucsp.br/

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFF
http://www.ndc.uff.br/
E-mail: sir@ndc.uff.br

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFMA
http://www.tedebc.ufma.br/

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFMG
http://www.bn.ufmg.br/

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFPA

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFPB

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFPE
http://www.bdtd.ufpe.br/tedeSimplificado/

Biblioteca digital de Teses e Dissertações - UFSM
http://www.ufsm.br/
E-mail: http://bibweb.si.ufsm.br/

Biblioteca Digital da UNESP
http://www.biblioteca.unesp.br/bibliotecadigital/
Utiliza o sistema Nou-Rau da UNICAMP, implementando um serviço online para armazenamento e obtenção de documentos, provendo acesso controlado e mecanismos eficientes para busca. Formulário de autorização para teses e dissertações: http://www.biblioteca.unesp.br/pages/Authorization/TheseAuthorizationForm.html

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFU

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - ULBRA

Domínio Público - Teses e Dissertações
www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaPeriodicoForm.jsp

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - INPA


INTERNACIONAIS


Australian Digital Theses Program - ADT
E-mail: diane.costello@caul.edu.au

Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes - BVMC
http://www.cervantesvirtual.com/tesis/tesis_catalogo.shtml
E-mail: bibliotecario@cervantesvirtual.com

Catálogo da Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUCCAMP
http://www.puc-campinas.edu.br/biblioteca/
Possibilita realizar buscas no catálogo on-line VTLS, base LVMEN: http://virtua.puc-campinas.edu.br/cgi-bin/gw_44_4/chameleon/

Catálogo do Depósito de Dissertações e Teses Digitais - Biblioteca Nacional de Portugal
http://dited.porbase.org/
Possibilita pesquisar no catálogo da Biblioteca Nacional de Portugal sobre teses e dissertações. Para fazer buscas simples http://dited.porbase.org/jsp/user/search/simplesearch/index.jsp

CCSD : thèses-EN-ligne
http://tel.ccsd.cnrs.fr/
E-mail: adminiTEL@ccsd.cnrs.fr
Projeto do CNRS - Centre National de la Recheche Scientifique, que disponibiliza teses universitárias interdisciplinares nos domínios da ciência.

Cisne. Catálogo de la Biblioteca de la Universidad Complutense de Madrid - UCM
http://cisne.sim.ucm.es/search*spi~S7
E-mail: bucweb@buc.ucm.es
Catálogo que contem mais de 7.000 teses digitalizadas, publicadas na UCM entre 1990 e 2000, das quais quase 3.000 podem ser consultadas livremente na Internet.

Digital Dissertation
http://wwwlib.umi.com/dissertations/search
E-mail: tsupport@il.proquest.com
Biblioteca Digital de teses e dissertações na área de Ciências da Informação.

Metadiss - Dissertações da Biblioteca Nacional da Alemanha
http://deposit.ddb.de/metadiss.htm
Diretrizes sobre o METADISS formato para documentos on-line da Deutsche Bibliotek (Biblioteca Nacional da Alemanha)e do projeto Dissertationen Online. Para o acesso online de dissertações desde 1998 no idioma inglês : http://deposit.ddb.de/netzpub/web_online-hochschulschriften_e.htm

Networked Digital Library of Theses and Dissertations Union Catalog - NDLTD
http://zippo.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon
Catálogo coletivo sobre teses e dissertações. Projeto desenvolvido pela NDLTD e a VTLS Inc.

Sistema de Publicação Eletrônica de Teses e Dissertações - PUCPR
http://www.biblioteca.pucpr.br/tede/tde_busca/index.php
Biblioteca Digital da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR tem como objetivo armazenar e disponibilizar eletronicamente as teses, dissertações, monografias e outras publicações científicas produzidas pela Universidade.

TESEO - Bases de Datos de Tesis Doctorales
http://www.mcu.es/TESEO/index.html
E-mail: teseo@cuniv.mec.es
Base de dados de teses do Consejo de Coordinación Universitária, recolhe e permite recuperar informações das teses lidas e consideradas aptas na universidades espanholas desde 1976.

Theses Canada Portal
http://www.collectionscanada.ca/thesescanada/index-e.html
E-mail: http://www.collectionscanada.ca/comments/index-e.php?title=Theses
Portal de acesso e pesquisa a teses e dissertações publicadas pelas instituições canadenses no período de início de 1998 a 31 de agosto de 2002.

Universal index Doctoral Dissertation in progress (The)- PhdData
http://www.phddata.org/
Este site é produto da iniciativa combinada e os esforços de diversos estudantes de doutorado nos EUA, na Argentina e na Israel.
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Links de Teses e Dissertações disponíveis em CI




Abrimos espaço para expor alguns sites e sistemas que dispõem um conjunto de TESES e DISSERTAÇÕES na área de CI.



ECA/USP (Dissertações e Teses)


UFMG (Dissertações e Teses)




UNB (Dissertações e Teses)



UNESP - Marília (Dissertações e Teses)



UFSC (Dissertações)



UFPB (Dissertações)



UFBA (Dissertações)

http://www.posici.ufba.br/ (disponibiliza apenas as referências entre os anso de 2001 a 2005)


UFF/IBICT - UFRJ/IBICT (Dissertações e Teses)

http://www.uff.br/ppgci/editais/tesesdou.pdf (disponibiliza referências de Teses entre 1994 e 2005)

http://www.uff.br/ppgci/editais/tesesmes.pdf (disponibiliza referências de Dissertações entre 1972 e 2004)









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Extensão universitária no Brasil: a necessidade de olhares mais atentos



A atividade de extensão universitária está consagrada no artigo 207 da Constituição Federal que dispõe “As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial e obedecerão ao princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”. Porém, é preciso entender que esse tripé não pode ser analisado isoladamente. Isso mostra a questão da interdependência de Ensino, Pesquisa e Extensão. São áreas autônomas, mas ao mesmo tempo precisam uma da outra para o desenvolvimento da atividade com mais eficiência.


No caso do ensino precisar da pesquisa, é o caso de que o conteúdo precisa ser bem transmitido, além de estar em constante renovação e adequação às condições de mercado e da sociedade. Um ensino sem uma pesquisa constante apresenta sinais de monotonia, apatia, ou mesmo superficialidade. Já com relação ao ensino precisar da extensão se refere a possibilidade que esta oferece aquela para que o conhecimento seja levado de maneira aplicada a realidade da sociedade. Em outras palavras, o ensino necessita da extensão para levar seus conhecimentos à comunidade e complementá-los com aplicações práticas. A extensão precisa do ensino para se fazer expressar diante de sociedade, bem como da pesquisa para desenvolver um processo de problematização, reflexão e solução das causas. A pesquisa, por sua vez, tem sua dependência no ensino no que tange a possibilidade de inovações, nova problematizações e reflexões, assim como da extensão para aplicação dos seus estudos, visando saber se está sendo bem desenvolvido. Por isso, essa proximidade latente entre esses três pilares de sustentação da universidade.

Agora, a pergunta que não quer calar: por qual motivo o ensino e a pesquisa são tão valorizados no meio acadêmico, enquanto a extensão é relegada a um plano inferior? O motivo principal é que o ensino e a pesquisa na percepção mercadológica, acadêmica, intelectual e produtiva propiciam resultados e um grande retorno para as universidades, para o Estado e para as empresas privadas (uma das principais parceiras das universidades no fomento à pesquisa), enquanto a extensão gera gastos que comumente não dão tanto retorno financeiro para as instituições de nível superior.


A valorização do processo de ensino e especialmente da pesquisa em detrimento da extensão nos fazem refletir sobre o tripé ensino – pesquisa – extensão. Na verdade, esse tripé não deve existir de maneira isolada, mas sim de forma interligada, pois como mesmo comentamos ensino, pesquisa e extensão são interdependentes e para se fortalecerem, precisam de atividades aproximadas e interligadas. O estudioso Pedro Demo assinala que uma atividade acadêmica, para se constituir como promissora deve ser articulada e integrada a fim de que possa alcançar diversos setores da universidade (outros professores, estudantes) e em diversos espaços (sala de aula, fora da universidade, etc.). Porém, muitas vezes essa situação não ocorre.


A pesquisa possui todo um critério institucional e burocrático para ser aprovado e o primeiro deles é que qualquer projeto de pesquisa na universidade só pode ser aprovado com a assinatura e/ou coordenação de um professor que possua doutorado e seja considerado bolsista de produtividade. No setor de extensão e ensino as coisas já mudam de figura, pois o professor não precisa ser necessariamente doutor para aprovar um projeto. Esses acontecimentos criam uma profunda valorização da pesquisa diante das demais categorias acadêmicas (ensino e extensão). Logicamente que é preferível que os docentes se capacitem e cresçam no seio da academia, mas esse tipo de prática, apenas hierarquiza e estabelece uma disparidade de importância entre ensino – pesquisa – extensão, bem como entre os próprios docentes, pois há muitos professores que não possuem doutorado que estão aptos a coordenar atividades de pesquisa (formação intelectual), mas não possuem o status (formação acadêmica). Dessa forma, os docentes que não se encaixam na possibilidade de coordenar um projeto de pesquisa recorrem as atividades de extensão e ensino para mostrarem suas produções. E muitos docentes que são doutores, percebendo a desvalorização das atividades de ensino e extensão, recorrem aos projetos de pesquisa, mesmo que esses projetos sejam mais adequados para ensino e extensão.


Com relação a extensão para se fazer uma atividade neste setor, os critérios são um tanto quanto confusos. Para se enquadrar numa proposta de extensão o docente pode partir basicamente para os seguintes tipos de atividades: Programa, Projeto, Evento, Curso, Prestação de Serviço e Produção e Publicação. Até aí tudo bem, mas o grande agravante é que os próprios órgãos da educação não delimitam o significado de cada tipo de atividade. Por exemplo, qual a diferença entre Programa e Projeto? A priori, é concebível que o Programa é mais amplo do que o projeto, haja vista que constitui uma atividade planejada e que não tem um fim programado ou que o término está longe de ocorrer, enquanto o projeto é uma atividade com programação definida e com a finalidade melhor definida. Porém, é difícil encontrar um critério específico por algum órgão educacional como o MEC ou as próprias Pró-Reitorias de Extensão (PROEx) que caracterize essas diferenças entre os tipos de atividades de extensão. Agora, muitos professores optam pelo Programa, pois nos editais de concursos para o envio das atividades extensionistas, normalmente os Programas são mais valorizados e estipulam uma premiação mais alta.


Por isso, entendemos que é necessário repensar as práticas acadêmicas, as produções dos docentes e discentes. Pensar as atividades acadêmicas de forma isolada é no mínimo mostrar que a universidade brasileira ainda não está madura para compreender os processos científicos, sociais, mercadológicos, cotidianos e humanos que a norteiam. Mesmo que um projeto seja estipulado como ensino, pesquisa ou extensão é preciso que esses fatores estejam intimamente ligados, tanto para o crescimento do projeto, como para uma satisfação do público que será contemplado. Pensar também as atividades acadêmicas apenas pela hierarquização em detrimento da intelectualidade e aplicabilidade de idéias é considerar que o tripé ensino – pesquisa – extensão está posto simplesmente para estabelecer uma disparidade no valor e no sentido de uma produção acadêmica.


Enfim, é preciso um olhar mais atento para a extensão, visando diminuir essas disparidades de valores e importância nos projetos desenvolvidos para que a universidade seja vista realmente como um espaço democrático de produção e valorização a partir da capacidade do indivíduo e não apenas pelo seu status. É preciso mostrar também que as atividades de extensão bem planejadas e bem executadas permitem à universidade socializar e democratizar os conhecimentos dos diversos cursos e áreas, e também preparar seus profissionais, não somente com a estratégia do ensino-transmissão, mas complementando a formação com a estratégia do ensino-aplicação criando uma ligação natural com o ensino e a pesquisa de modo dinâmico, criativo e inovador.

Jonathas Carvalho

Para mais informações sobre extensão universitária, eis alguns textos:

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Concursos para bibliotecários em 2009



Não é um fato tão novo que os concursos em Biblioteconomia têm crescido vertiginosamente, mostrando que o mercado na área vem ganhando reconhecimento no mercado, seja no setor público, seja privado.

Eis uma relação dos concursos para bibliotecários que ainda ocorrerão em 2009:






NORDESTE





BA - UFBA - Universidade Federal da Bahia - inscrição até 31/08/2009, taxa: R$ 60,00. Informações: http://www.concursos.ufba.br/


BA - UFBA - Universidade Federal da Bahia - inscrição até 10/09/2009, taxa: R$ 60,00. Informações: http://www.concursos.ufba.br/


NORTE


AP - Secretaria de Estado da Administração - inscrição até 17/08/2009, taxa: R$ 115,00. Provas dia 20 de setembro de 2009. Informações: www.unifap.br/depsec


PA - Prefeitura de Conceição do Araguaia - inscrição até 17/08/2009, taxa: R$ 35,00. Provas dia 27 de setembro de 2009. Informações: http://www.fadesp.org.br/


CENTRO-OESTE


DF - ENAP - Escola Nacional de Administração Pública - inscrição até 21/08/2009, taxa: R$ 60,00. Provas dia 27/09/2009. Informações: http://www.concursosfcc.com.br/


GO - TCE - Tribunal de Contas do Estado - inscrição até 11/09/2009, taxa: R$ 81,37. Provas dia 18/10/2009. Informações: http://www.concursosfcc.com.br/


SUL


RS - Prefeitura de Passo Fundo - inscrição até 21/08/2009, taxa: R$ 18,00. Provas dia 04 de outubro de 2009. Informações: http://www.saber.srv.br/


RS - Prefeitura de Vacaria - inscrição até 30/07/2009, taxa: R$ 35,00. Informações: http://www.fundatec.com.br/


RS - UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa - taxa: R$ 45,00. Provas dia 19 de julho de 2009. Informações: www.cespe.unb.br/concursos/unipampa2009


SC - UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina - inscrição até 26/08/2009, taxa: R$ 110,00. Informações: http://www.ufsc.br/


SC - IFC - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - inscrição até 25/08/2009, taxa: R$ 50,00. Informações: http://www.ufsc.br/


SUDESTE


SP - Hospital das Clínicas - inscrição até 03/08/2009, taxa: R$ 52,31. Informações: http://www.hcnet.usp.br/


SP - Instituto Geológico - inscrição até 21/08/2009, taxa: R$ 22,00. Provas dia 18 de outubro de 2009. Informações: http://www.institutocetro.org.br/


MG - Prefeitura de Uberaba - inscrição até 30/07/2009, taxa: R$ 29,50. Provas dia 23 de agosto de 2009. Informações: www.fundep.br/concursos


MG - Prefeitura de Ninheira - inscrição até 04/09/2009, taxa: R$ 22,00. Provas dia 31 de outubro de 2009. Informações: http://www.impellizzieri.com.br/


MG - Prefeitura de Pains - inscrição até 22/10/2009, taxa: R$ 24,00. Provas dia 22 de novembro de 2009. Informações: http://www.imam.orb.br/


MG - Prefeitura de Tarumirim - inscrição até 20/10/2009, taxa: R$ 39,00. Provas dia 30/10/2009. Informações: http://www.maximaauditores.com.br/


ES - Prefeitura de Guaçuí - inscrição até 31/07/2009, taxa: R$ 20,00. Informações: http://www.exatuspr.com.br/


Para mais informações acessem o site:


Lá vocês podem encontrar informações diversas sobre concursos na área de Biblioteconomia, tais como: cursos, livros e apostilas com análises de questões de concursos, análises de provas, dicas de provas, entrevistas, divulgação de concursos, entre outras coisas.



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Profissões com solicitação para regulamentação


Expomos aqui algumas profissões que foram pra Câmara Federal recentemente, visando serem regulamentadas. Algumas foram regulamentadas, outras estão em processo de regulamentação e outras tiveram a solicitação negada.

Mas antes indicamos os critérios estabelecidos pela Câmara para aprovação ou rejeição do pedido de regulamentação das profissões:



Vamos por partes:


PROFISSÕES REGULAMENTADAS


REPENTISTA - é definido pela proposta como o profissional que utiliza o improviso rimado como meio de expressão artística, transmitindo a tradição e a cultura popular por intermédio do canto, da falta ou da escrita, sendo citados como tais o cantador e o violeiro improvisador, o embolador e o cantador de coco, o poeta repentista, o contador e o declamador de causos, e o escritor de literatura de cordel.

Mais informações:



PROMOTOR DE VENDAS E DEMONSTRADOR DE MERCADORIAS - a única exigência constante da proposta para o exercício das duas profissões é que o candidato tenha ensino médio.

Mais informações:



OLEIRO OU CERAMISTA - pela proposta, podem exercer a profissão de oleiro ou ceramistas os profissionais formados por estabelecimento de ensino reconhecido ou aqueles que comprovarem exercer as atividades descritas por, no mínimo, três anos.

Mais informações:



APICULTOR - poderá exercer a profissão de apicultor quem passar por um treinamento sobre a criação racional de abelhas, com carga horária mínima de 40 horas, ministrado por uma entidade reconhecida pela Confederação Brasileira de Apicultura (CBA).

Mais informações:



PROFISSÕES COM REGULAMENTAÇÃO REJEITADA


CORRETOR DE VEÍCULOS - O relator considerou a matéria inconstitucional, pois somente o Poder Executivo pode apresentar projeto para a instituição de conselhos profissionais.Além disso, segundo Lessa, a proposta original também é inconstitucional pois obriga os corretores a se filiarem a associações estaduais. O relator destacou que a Constituição determina que ninguém pode ser compelido a associar-se.

Mais informações:



CONTROLADOR AÉREO - a alegativa para rejeição é de que a atividade de controle do tráfego aéreo vem sendo exercida preponderantemente por militares da Aeronáutica, que permanece julgando conveniente não delegá-la a terceiros.

Mais informações:



PROFISSÕES EM PROCESSO DE REGULAMENTAÇÃO


DESIGNER DE INTERIORES - a pessoa deve possuir diploma de curso técnico, de bacharelado ou de especialização em design de interiores ou diploma de bacharelado em arquitetura, desde que tenha cursado a disciplina de Arquitetura de Interiores. Esses certificados devem ser expedidos por instituição brasileira ou estrangeira de ensino oficialmente reconhecida.

Mais informações:



SOMMELIER - Entre as funções do sommelier, está a participação no planejamento e na organização do serviço de vinhos nos estabelecimentos, a preparação e execução do serviço de vinhos e o atendimento de clientes em estabelecimentos que servem e comercializam vinhos, informando-os sobre as características do produto.

Mais informações:



MODELO - Para exercer a profissão, a (o) modelo deverá ter pelo menos 16 anos e ter concluído o ensino fundamental e um curso de qualificação que inclua noções de prevenção de acidentes, primeiros socorros, nutrição, higiene e problemas decorrentes da má alimentação. Outra exigência é a aprovação em exame de saúde física e mental e a realização de avaliações semestrais para comprovar que o profissional não está abaixo do peso.

Mais informações:



FOTÓGRAFO - poderão ser fotógrafos profissionais os diplomados por escolas de nível superior em fotografia no Brasil, desde que devidamente reconhecida, assim como os diplomados por escola superior em fotografia localizada no exterior, cujos diplomas forem revalidados no Brasil, na forma da legislação vigente.

Mais informações:

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Classificação WebQualis dos Periódicos em Ciência da Informação no Brasil


De acordo com a nova proposta de classificação da CAPES expomos as classificações atuais dos periódicos em Ciência da Informação:

Perspectivas em Ciência da Informação (UFMG) – B1

Ciência da Informação (IBICT) – B1

Datagramazero (IBICT/UFF/UFRJ) – B3

Encontros Bibli (UFSC) – B3

Informação & Informação (UEL) – B4

Informação & Sociedade: Estudos (UFPB) – B2

Ponto de Acesso (UFBA) – B5

Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação (Unicamp) – B4

Revista ACB – (Associação Catarinense de Bibliotecários - Florianópolis) – B4

Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação – RBBD – (FEBAB) – B5

Revista Em Questão (UFRGS) – B3

Transinformação (PUC-CAMPINAS) – B2

Observação: existem outros periódicos em Biblioteconomia e Ciência da Informação no Brasil que não constam na classificação WebQualis.

Para ver a lista completa de classificação WebQualis de periódicos acesse o link:

http://qualis.capes.gov.br/webqualis/ConsultaListaCompletaPeriodicos.faces

Acesse também a lista completa de classificação dos Anais:

http://qualis.capes.gov.br/webqualis/ConsultaListaCompletaAnais.faces
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Nova Classificação Qualis


A CAPES está com um novo modelo de classificação dos Periódicos, Anais e Jornais. Antes o critério de classificação dos instrumentos de informação era definido da seguinte forma: A – B – C.

Agora, o critério de classificação está definido como: A1 – A2 – B1 – B2 – B3 – B4 – B5 – C.

O que muda com essa nova classificação? Em primeiro lugar, aparentemente, a classificação cria um padrão mais definido, pois com mais quesitos de classificação fica mais fácil definir os critérios para classificar. Por exemplo, um periódico que está classificado como C, tem critérios mais específicos para mudar para B5.

Em segundo lugar, porém, da mesma forma que torna mais fácil estabelecer a classificação, fica mais difícil a fiscalização. É preciso que a CAPES seja muito criteriosa para definir qual a classificação dos periódicos, anais e jornais.

E quais são os critérios para classificação WebQualis? O primeiro e principal é a existência de um ISSN consistente por parte dos periódicos. A própria CAPES assegura que somente com um ISSN que possa ser facilmente encontrado, seja na Internet, seja em periódicos impressos podem ser incluídos na Tabela de Referência do Qualis.

Há quem diga que essa nova classificação põe em risco a existência de diversas revistas em diversas áreas do conhecimento, haja vista que o procedimento adotado pela Qualis valoriza substancialmente as perações matemáticas e quantitativas em detrimento da produção científica e de sua relevância.

Para mais informações sobre como utilizar o sistema WebQualis acessar o seguinte link:


Lembrando que o site WebQualis pode ser encontrado no seguinte endereço:

http://qualis.capes.gov.br/webqualis/


Outras informações sobre a classificação qualis podem ser encontradas em:

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Deputados querem mudar decisão do STF sobre diploma de jornalista



No dia 17 de junho, o Supremo Tribunal Federal decidiu derrubar a exigência de diploma e registro no Ministério do Trabalho para o exercício do jornalismo. A resposta na Câmara foi rápida e, 21 dias depois, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que é jornalista e tem o diploma, já havia conseguido a assinatura de 191 deputados para apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 386/09) que restitui a exigência.



No mesmo dia, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), que é jornalista mas formou-se em Direito, apresentou o Projeto de Lei 5592/09, que regulamenta a profissão com a exigência do diploma para as áreas técnicas de apuração, redação, edição e comentário de notícias.A intenção do deputado foi separar essas áreas da impressão de artigos opinativos, que deve ser livre em sua opinião, e motivou o Supremo nessa decisão. Até 1969, o diploma não era exigido, e Miro pertence a essa geração de jornalistas, embora entenda que o diploma foi uma conquista importante.



Frente parlamentar



Ao mesmo tempo a deputada Rebecca Garcia (PP-AM) está organizando uma frente parlamentar em defesa do diploma. Essa frente deve reunir especialistas para evitar que as propostas sejam consideradas inconstitucionais após sua aprovação.



A deputada dirigiu, em Manaus (AM), a TV Rio Negro e o jornal O Estado do Amazonas, e acredita que a formação universitária é indispensável aos profissionais da área. "Em minha experiência, nunca vi categoria que discuta tanto as questões éticas da profissão, e isso vem da vivência acadêmica", disse a deputada, que é economista.



A frente já tem o apoio de 148 parlamentares, mas Rebecca lembra que não houve tempo para percorrer o Senado colhendo assinaturas. "E o presidente Michel Temer também demonstrou apoio à nossa causa e disse que a PEC deve tramitar em regime de urgência", acrescentou.



Apoio de 73%



Embora a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) tenha uma pesquisa que mostra o apoio de 73% dos entrevistados ao diploma, as reações foram bastante diversas: grandes empresas de comunicação, como a Rede Globo e os grupos Abril e Folha, acharam bem-vinda a mudança.


Já a Associação Nacional de Jornais (ANJ) afirmou que é favorável ao diploma, mas entende que sua exigência como requisito para a profissão é questionável.



Por sua vez, estudantes de jornalismo e sindicatos da categoria em todo o País realizaram protestos e apoiam a PEC de Paulo Pimenta. "Existe essa lógica do mercado, que quer a desregulamentação geral, a partir da lógica do lucro, mas a sociedade vai reagir contra as empresas que veem a informação apenas como mercadoria", avisou o deputado.



Para ele, a decisão do Supremo extrapolou o que foi pensado pelos constituintes, que criaram uma barreira contra a censura a que estavam submetidos os jornais, e não viam a exigência do diploma para exercício profissional como cerceamento da liberdade de expressão.



Mais informações sobre o assunto nos links:








Reportagem - Marcello Larcher

Edição - Newton Araújo


Agência Câmara

Tel. (61) 3216.1851/3216.1852

Fax. (61) 3216.1856





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Bibliotecas de órgãos governamentais

Disponibilizamos aqui o link de algumas bibliotecas de órgãos governamentais que podem servir como instrumento de informação para estudantes, usuários, bibliotecários, pesquisadores, professores, etc.



PODER LEGISLATIVO



Biblioteca do senado


http://www.senado.gov.br/sf/biblioteca/default.asp



Biblioteca e Arquivo da Câmara Federal


http://www2.camara.gov.br/biblarq



Biblioteca virtual da Câmara Federal


http://www2.camara.gov.br/observatorio/biblioteca


Biblioteca e Arquivo da Assembléia Legislativa de Minas Gerais

http://www.almg.gov.br/index.asp?arquivo=biblioteca&diretorio=biblioteca&grupo=servicos


Biblioteca da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro

http://www.alerj.rj.gov.br/biblioteca4.htm


Biblioteca da Assembléia Legislativa do Espírito Santo

http://www.al.es.gov.br/subsites/biblioteca/ampliadas/visite.htm

http://www.al.es.gov.br/subsites/biblioteca/ampliadas/Manual_do_usuario_BibJoaoCalmon.pdf (Manual do Usuário)


Biblioteca da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul

http://www.al.ms.gov.br/Servi%C3%A7oseCidadania/Biblioteca/tabid/368/Default.aspx


Biblioteca da Assembléia Legislativa de Pernambuco

http://www.alepe.pe.gov.br/paginas/?id=3655


Biblioteca da Assembléia Legislativa do Ceará

http://www.al.ce.gov.br/biblioteca/


Biblioteca da Assembléia Legislativa de Alagoas

http://www.al.rs.gov.br/biblioteca/


Biblioteca da Assembléia Legislativa da Bahia

http://www.al.ba.gov.br/biblioteca.cfm


Biblioteca da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul

http://www.biblioteca.al.rs.gov.br/handler.php?module=gnuteca&action=main:pesquisa


PODER EXECUTIVO



Biblioteca virtual do Ministério do Meio Ambiente


http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=12



Biblioteca do Ministério do Trabalho e Emprego


http://www.mte.gov.br/biblioteca/default.asp



Biblioteca do Ministério do Transporte


http://www.transportes.gov.br/dibib.htm



Biblioteca do Ministério Público da União (Procuradoria Geral da República)


http://cdij.pgr.mpf.gov.br/



E-mail e links de Bibliotecas do Ministério Público Federal


http://cdij.pgr.mpf.gov.br/institucional/bibliotecas-do-mpf-1/bibliotecas-do-mpf




PODER JUDICIÁRIO



Biblioteca do Supremo Tribunal Federal


http://www.stf.jus.br/portal/cms/verTexto.asp?servico=bibliotecaConsultaAcervoStf



Biblioteca do Sperior Tribunal de Justiça


http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=356



Biblioteca do Superior Tribunal Militar


http://www.stm.gov.br/didoc/apresentacao.php



Biblioteca do Tribunal Superior Eleitoral


http://www.tse.gov.br/institucional/biblioteca/site_novo/index.htm



Biblioteca do Tribunal Superior do Trabalho


http://www.tst.gov.br/Ssedoc/PaginadaBiblioteca/index.htm




Biblioteca do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios


http://www.tjdft.jus.br/trib/bibli/bibli.asp


Observação: ressaltamos que em alguns Ministérios como o da Cultura, Minas e Energia, Saúde, entre outros órgãos do poder legislativo, executivo e judiciário não encontramos links de bibliotecas.
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