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Materiais sobre Gestão de Tecnologias da Informação


Caros colegas, disponibilizamos aqui alguns materiais sobre Gestão de Tecnologias da Informação. Quem tiver mais materiais sobre o assunto, sinta-se a vontade para compartilhar.

Eis os materiais:


Tecnologia da Informação para a Gestão: transformando os negócios na Economia Digital. - TURBAN, Efraim; McLEAN, Ephraim; WETHERBE, James (LIVRO).


TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO VANTAGEM COMPETITIVA

Introdução à Gestão de Tecnologia da Informação – Adriana Beal


O processo de mudança na implementação de tecnologia de informação: associando a compreensão do âmbito da organização e dos indivíduos - Maria Amélia de Mesquita Fetzner

PITASSI, Cláudio; LEITÃO, Sergio Proença. Tecnologia de Informação e Mudança: uma Abordagem Crítica. Revista de Administração de Empresas, v. 42, n. 2, p. 77-87 ERA Abr./ Jun., 2002.

A tecnologia da informação como suporte à gestão estratégica da informação na pequena empresa - Giseli Diniz de Almeida Moraes; Ana Cláudia Fernandes Terence; e Edmundo Escrivão Filho

Gestão e tecnologia da informação: desafios do profissional da informação - Joana Coeli Ribeiro Garcia

Gestão estratégica da informação: estudo de caso em uma prestadora de serviços de tecnologia da informação - Roger Faleiro Torres e Jorge Tadeu de Ramon Neves

Planejamento para gestão da tecnologia da informação para uso estratégico na pequena empresa - Lígia Ghisi e Fábio Rafael Pires

Tecnologia da Informação como vantagem competitiva - Oscar Fernando Osorio Balarine

Impacto da tecnologia de informação na gestão de pequenas empresas - Lairce Castanhera Beraldi e Edmundo Escrivão Filho






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Desenvolvimento da web: diferenças entre as gerações da web 1.0, 2.0 e 3.0


Muito se tem falado em terminologias que estão revolucionando as discussões na área tecnológica. Uma dessas terminologias é a web 3.0. Mas o que seria essa essa web? Quais as diferenças da web 3.0 para a web 2.0 e a 1.0?

Em breves palavras, a WEB 1.0 significa o processo de comunicação unidirecional (apenas aum usuário e/ou instituição fala para muitos).

Já a WEB 2.0 se configura na comunicação online entre usuários e/ou instituições através de diversos instrumentos como sites, blogs, criando uma comunicação multidirecional. A partir daí é possível também pensar de forma efetiva a idéia de uma comunidade virtual.

Enquanto a WEB 3.0 promete ir muito além, pois a própria WEB irá criar informação, podendo então os dados serem constantemente variáveis.

Para saber um pouco mais sobre o desenvolvimento da web você pode acessar:

Eric Schmidt, Web 2.0 vs. Web 3.0

Para saber um pouco sobre as diferenças entre web 3.0 e web 2.0 acesse:

Web 3.0

Veja vídeos específicos sobre web 2.0

Web 2.0 Famecos - A Revolução da Internet

Definição de Web 2.0 por Tim O´Reilly

Veja também vídeo sobre web 3.0

Web 3.0 - A Web dos dados semânticos

Sem dúvidas, essa é uma discussão que deve estar presente diante das diversas áreas do conhecimento acadêmico e profissional, da dinâmica mercadológica e também no cotidiano das pessoas, das instituições, enfim, da sociedade de maneira mais ampla.

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Softwares de automação de bibliotecas


Caros colegas, referencio aqui uma postagem do Blog Bibliotecários Sem Fronteiras autorizada pelo autor Moreno de Albuquerque Barros relativa a um conjunto de softwares de automação de bibliotecas ou softwares de sistemas de gerenciamento de bibliotecas que são importantíssimos para que o bibliotecário tome conhecimento de possíveis softawares que possam ser utilizados em suas atividades profissionais.


O link da postagem pode ser acessado em:


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Blogs do Além?


Uma grande tônica atual é a criação de Blogs de grandes personalidades da história dahumanidade. Tem blog do Darwin, Descartes, Napoleão, Gutenberg, Getúlio Vargas, Gandhi, Newton, Marx, Bob Marley, dentre outros diversos, seja nacional ou internacional.

Essa idéia partiu de uma coluna criada por Vitor Knijnik do site da Carta Capital. Outras informações podem ser encontradas clicando aqui


Para conhecer esses blogs acesse o link:


Na sua opinião, quais as finalidades nas criações desses blogs?

Será que eles contribuem para enaltecer a imagem da personalidade ou apenas é uma forma satírica de manifestar a imagem dos nossos antepassados?

Será também que esses blogs podem estimular na sociedade um aprendizado mais didático e extrovertido sobre a história, inclusive sendo aplicados nas escolas, unviersidades e comunidades?

Deixe o seu comentário aqui no blog.
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Ministro mantém Emir Suaiden no cargo de Diretor do Ibict por mais 4 anos



O Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia, Sergio Machado Rezende, decidiu nesta sexta-feira (03/07) confirmar a permanência do Diretor do Ibict, Emir Suaiden, no cargo de Diretor do Instituto por mais quatro anos. A decisão foi comunicada ao Diretor por meio do ofício 484/2009, de 03 de julho de 2009.

Emir José Suaiden, que já vinha ocupando a direção do instituto desde 2005, é graduado (1971) em Biblioteconomia pela Universidade de Brasília, possui mestrado (1980) em Ciência da Informação pela Universidade Federal da Paraíba, doutorado (1989) em Ciência da Informação pela Universidad Complutense de Madrid e pós-doutorado(2002) na Universidad Carlos III de Madrid.


Dirigiu, durante dez anos, o Instituto Nacional do Livro-INL. Durante a sua gestão, foram instaladas mais de duas mil bibliotecas públicas, três mil profissionais foram capacitados e foram implantados o sistema de co-edição de livros e o sistema de carros-biblioteca para o atendimento da população suburbana e rural. Pelo trabalho realizado no INL, Emir Suaiden foi conduzido à Presidência do Comitê Executivo do Centro de Estudos para o fomento do Livro na América Latina (CERLALC), onde implementou programas de acesso ao livro e à leitura.


É pesquisador de produtividade do Conselho Nacional de desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPq. Possui quatro livros e mais de 50 artigos publicados em diversos países. São numerosas as citações nas bases de periódicos indexados do Portal Capes e em bases abertas, como o Live Search, totalizando mais de oito mil citações.


Desenvolveu, em parceria com a Dra. Cecília Leite Oliveira, uma metodologia para a inclusão digital que se transformou na Lei no. 3275 do Governo do Distrito Federal, tornando obrigatória a sua utilização. Esta metodologia é reconhecida e premiada.


Emir Suaiden é membro do Conselho Consultivo do Programa NAC, da Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro, é professor visitante da Universidad Carlos III de Madrid e é professor titular dos cursos de mestrado e de doutorado da Universidade de Brasília.


Tem experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase em Processos de Disseminação da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: ciência da informação, biblioteca e sociedade, biblioteca pública, sistema informacional e informação. Desenvolve pesquisas nas áreas de gestão da informação e inclusão digital.


Assessoria de Comunicação Social do Ibict
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Site útil para utilização do Twitter


O uri.is é um site que busca resolver um dos principais problemas do Twitter: a falta de espaço para as postagens. O serviço insere a mensagem com mais de 140 caracteres e disponibiliza o link do site para que as pessoas possam ver o restante da postagem. Agora, você pode escrever a vontade no twitter sem se preocupar com a quantidade de caracteres.

Eis o link que leva ao site:

http://uri.is/beta/index.php

Vale a pena testar.
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Nota de Esclarecimento sobre a Plataforma Lattes



Em relação às notícias veiculadas recentemente sobre a Plataforma Lattes, a administração do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq esclarece o que se segue.


1 – A Plataforma Lattes, criada pelo CNPq em 1999, é um patrimônio público que presta relevantes serviços à comunidade científica e tecnológica em particular e à sociedade em geral.

2 – Trata-se de um banco de dados de livre adesão para cadastramento e consulta de currículos.

3 – O acesso às informações fornecidas pelos cadastrados (exceto dados pessoais) está disponível para todos os interessados.

4 – Desde 2004 os novos usuários, bem como aqueles já cadastrados que atualizam os seus currículos, antes de enviá-los eletronicamente ao CNPq, assinam o Termo de Adesão e Compromisso com a Plataforma Lattes e se responsabilizam pelas informações inseridas, de acordo com a Legislação Federal pertinente. Antes de 2004 não havia essa exigência e os arquivos podiam ser enviados no sistema “off line”, o que algumas vezes impedia a identificação da origem do envio.

5 – Embora a Plataforma Lattes contenha mais de um milhão de currículos, apenas cerca de 100 mil fazem parte do Diretório dos Grupos de Pesquisa, cujos dados são validados a cada dois anos pelas instituições de pesquisa onde estão os seus líderes.

6 – Desde 2008, o Conselho Deliberativo do CNPq criou uma comissão de acompanhamento do Currículo Lattes, constituída por 3 pesquisadores, pelo auditor-chefe do CNPq, pelo coordenador geral de informática e mais 2 técnicos da agência, que analisa todas as denúncias referentes a possíveis irregularidades encontradas no conteúdo de currículos. Nos casos em que as denúncias são comprovadas, os currículos são eliminados da base.

7 – Além da certificação solicitada aos próprios pesquisadores e às instituições, nos últimos anos, o CNPq tem buscado validação externa das informações relativas aos artigos publicados, recorrendo a convênios com os administradores das bases Scopus, Scielo e Web of Science. Com isso, boa parte das informações do currículo já é exibida com certificação.

8 – Qualquer concessão de auxílio ou bolsa é precedida de análise do currículo e de informações complementares pelos técnicos desta agência e por especialistas da área. Antes, porém, do pagamento de qualquer benefício, o CNPq confirma as informações cadastrais do beneficiário junto à Receita Federal, utilizando o CPF.

9 – Durante a implantação da Plataforma Lattes, muitos currículos foram inseridos por pessoas ligadas aos pesquisadores com o objetivo de completar as informações relativas aos grupos de pesquisa. Isso pode explicar a informação veiculada nos últimos dias envolvendo a Ministra Dilma Rousseff, que teve o seu currículo Lattes preenchido e enviado em 26 de maio de 2000, às vésperas do encerramento do censo do Diretório de Grupos de Pesquisa, em 23 de junho do mesmo ano. Nele, ela aparece como integrante do grupo de pesquisa intitulado “Estado e Setor Financeiro” da Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul, da qual ela é servidora. Desde então, o currículo só veio a ser atualizado nos últimos dias, tendo figurado no grupo de pesquisa citado até 2002. A Ministra jamais solicitou ou recebeu qualquer beneficio do CNPq.

Assessoria de Comunicação Social do CNPq

Diretamente do site: http://www.cnpq.br/



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Materiais sobre inclusão e exclusão digital



Aqui, disponibilizamos alguns materiais em variados suportes que abordem a temática da inclusão e/ou exclusão digital:




PERIÓDICOS


Navegabilidade e inclusão digital: usabilidade e competência



Inclusão digital, software livre e globalização contra-hegemônica




Inclusão Digital: uma alternativa para o social? - análise de projetos realizados em Salvador




INCLUSÃO DIGITAL, POLÍTICA DE SOFTWARE LIVRE E OUTRAS
POLÍTICAS DE INCLUSÃO



PODER LOCAL E INCLUSÃO DIGITAL: DIRETRIZES PARA UMA POLÍTICA DE GOVERNO ELETRÔNICO


Telecentros comunitários: uma resposta à "exclusão digital"


Inclusão Digital: O Lado Social das Tecnologias da Informação e da Comunicação

O papel da interação humano-computador na inclusão digital




Desafios e Resultados de uma experiência na Inclusão Digital de Surdos




Uso de plataformas tecnológicas para inclusão digital – o caso da TV digital e da produção de conteúdos


Desafios da Inclusão Digital e o Software Livre









JANELAS DA CULTURA LOCAL: ABRINDO OPORTUNIDADES PARA INCLUSÃO DIGITAL




DISSERTAÇÃO

Além da Inclusão Digital: O Projeto sampa.org




LIVROS


DIAS, Lia Ribeiro. Inclusão Digital: com a palavra, a sociedade. São Paulo: Plano de Negócios, 2003.


HAZARD, Damian; GALVÃO FILHO, Teófilo Alves; REZENDE, André Luiz Andrade. Inclusão digital e social de pessoas com deficiência: textos de referência para monitores de telecentros. Brasília: UNESCO, 2007.



MELO, José Marques de. A muralha digital: desafios brasileiros para construir umasociedade do conhecimento. In. Sociedade da informação e novas mídias: participação ouexclusão? PERUZZO, Cicília e BRITTES, Juçara. São Paulo, Intercom, 2002.


NERI, Marcelo Côrtes. Mapa da exclusão digital. Rio de Janeiro: FGV/IBRE, CPS, 2003.


PELLANDA, Nize Maria Campos (org.). Inclusão Digital: tecendo redes afetivas/cognitivas. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.


SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. A miséria na era da informação. São Paulo: Perseu Abramo, 2001.

SILVEIRA, Sérgio Amadeu da e CASSINO, João (orgs.). Software livre e inclusão digital. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2003.


WARSCHAUER, Mark. Tecnologia e inclusão social - a exclusão digital em debate. Disponível em:< http://books.google.com/books?hl=pt-BR&lr=&id=jtrEUwJAxsYC&oi=fnd&pg=PA7&dq=livros+-+inclus%C3%A3o+digital&ots=vUnuP1H39Y&sig=_-tPIrcQSkM6Qgr69ILqxAFHaDw>.




SITES DE INTERESSE




http://oficina.inclusaodigital.gov.br/

Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas

Novo site do Inclusão Digital


AcessaSP


Quem tiver mais materiais, por gentileza, compartilhe conosco!!!


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INCLUSÃO DIGITAL NO BRASIL: TRÊS PILARES


É evidente as influências das TIC's no Brasil referente ao processo de dinamização da vida cotidiana e mercadológica, seja de indivíduos, de grupos sociais, empresas/setor produtivo, universidade/escolas e outros setores da sociedade. Porém, é visível que o Brasil ainda não vem efetivamente preparando a aplicabilidade do dicurso da inclusão digital e quando falamos em inclusão não nos referimos apenas ao acesso, mas também aos procedimentos mais conscientes e firmes de como utilizar os artefatos tecnológicos.

Por isso, é pertinente uma política pública que invista no processo de inclusão digital, especialmente das camadas mais carentes de nossa sociedade. Para se ter uma dimensão de como o Brasil ainda está "engatinhando", no período de 1999 a 2002, a Inglaterra investiu aproximadamente dois bilhões oitocentos e trinta e cinco milhões de reais somente para instalação de internet nas escolas públicas e mais cerca de novecentos e trina milhões de reais na capacitação de bibliotecários e professores no uso de tecnologias da informação e da comunicação, enquanto no Brasil, nesse mesmo período, não foram investidos mais do que 3% do investimento britânico.

Ressaltando que computadores e internet não são os únicos instrumentos de inclusão digital, pois é preciso possibilitar o acesso digital de forma continuada e em diversos suportes possibilitando maior consciência desse acesso por parte do público. Porém, uma possível solução que pode ser acenada no Brasil é a seguinte: tratar a inclusão digital como sendo um processo de inclusão social. Ou seja, é preciso saber que diversas pessoas, com o acesso aos meios digitais, podem criar subsídios para melhorar a sua condição intelectual e profissional aprimorando também o setor produtivo de suas atividades.

Para mostrar as deficiências no processo de inclusão digital no Brasil expomos um texto que vislumbra bastante a nossa realidade atual. Eis o link que leva ao texto:

Deixamos ainda algumas perguntas para reflexão: será que o Brasil tem aprimorado sua política de inclusão digital? Quais os maiores problemas no Brasil que favorecem as deficiências da inclusão, especialmente a digital?

Boa leitura!!!


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INDICAÇÃO DE SITE SOBRE FONTES DE INFORMAÇÃO


Um site muito interessante que fala sobre fontes de informação em suas diversas tipologias é esse:

http://bib-ci.wikidot.com/

Textos relevantes sobre fontes de informação também podem ser encontrados nesses endereços, inclusive eletrônicas:


http://etc.incubadora.fapesp.br/portal/disciplinas/pos-graduacao/transparencias/CBD5259-ModalidadeValidacaoDocumento2008.pdf.

snbu.bvs.br/snbu2000/docs/pt/doc/t138.doc -

http://www.cori.rei.unicamp.br/.../ANALISE%20DO%20USO%20DE%20FONTES%20D... -

http://www.seade.gov.br/produtos/spp/v12n04/v12n04_08.pdf

http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/viewFile/293/216

http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1332

http://server01.bc.unicamp.br/seer/ojs/viewarticle.php?id=86&layout=abstract

http://www.eci.ufmg.br/bogliolo/downloads/BARBOSA%20usuarios.pdf

http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/view/25
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