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Fórum de discussão sobre Softwares de Automação de Bibliotecas



Caros colegas, a pedido de Marcos Maurílio Ribeiro, repasso a mensagem da criação de um Fórum de discussão sobre Softwares de Automação de Bibliotecas. O Fórum busca discutir os melhores e os piores recursos dos principais softwares utilizados atualmente no Brasil e no mundo e buscamos conhecer as pessoas que trabalham com esses softwares.
Para ter acesso ao Fórum clique aqui

Certamente a criação desse Fórum é de suma importância, em caráter específico, para o fazer bibliotecário e, de modo mais amplo, para o processo de organização do conhecimento na sociedade.

Peço aos usuários que acessem, divulguem e façam deste Fórum um efetivo instrumento de ação para o bem da nossa profissão.
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Bibloteca Pública: limitações e perspectivas dos estudos da comunidade e de usuários



As bibliotecas públicas têm importância ampla nos estudos de comunidade. Todavia, grande parte da sociedade não tem visto a biblioteca como sendo fundamental para suprir as necessidades informacionais, educativas, culturais e sociais das comunidades. Isso se deve em virtude de alguns motivos, que dentre eles podem ser citados: o advento de agências competitivas para o fornecimento de informações necessárias à vida do cidadão; distribuição eminentemente desigual da renda, ocasionando, por conseguinte, investimentos ínfimos nas bibliotecas, que compulsoriamente, devem adaptar-se a realidade dos investimentos, cerceando o seu caráter funcional junto às comunidades e a ressalva de que os investimentos variam de acordo com cada local, onde, num processo de reciprocidade, as comunidades mais carentes têm acesso restritivo aos serviços das bibliotecas e a instituição supramencionada fica impossibilitada de chegar as comunidades.

Desse modo, outro problema que pode ser apresentado é o fato de que a biblioteca precisa adquirir um maior conhecimento da(s) comunidade(s) a que serve(m), pois dentro das perspectivas traçadas e pesquisadas uma porcentagem pequena atesta ser a biblioteca um lugar para suprir as necessidades de informação para lidar com os problemas diários (cotidianos).

Isso implica dizer que as autoridades governamentais priorizam outros serviços, os quais propiciam maiores lucros à União, relegando a biblioteca, que deveria servir não somente às necessidades informacionais dos usuários, mas também à estratégia de adquirir novos usuários, atestando que a biblioteca respalda as comunidades num contexto mais lato, valorizando a comunidade no aspecto mais genérico.

Os estudos no que tange a biblioteca pública junto às comunidades, ainda encontram-se bastante limitados, vez que este é feito de forma quantitativa, isto é, são feitas interpelações, tais como: Quem usa a biblioteca? Quais são as suas características? Quantos eles usam a biblioteca?

Atualmente, vêm se aperfeiçoando na perspectiva de saber quem é o usuário, mas ainda pode ser considerado um estudo restritivo. É preciso verificar a possibilidade de um estudo mais qualitativo que promova uma verdadeira interação entre biblioteca pública e comunidade. Ora, como isso pode ser feito? Inicialmente, é necessário expor o seguinte questionamento: qual a importância da biblioteca para as determinadas comunidades? Quem as julga eminentemente necessárias para o suprimento informacional, cultural, educativo, etc?

Com efeito, é possível afirmar que um número reduzido de indivíduos afirma ser a biblioteca o tipo de espaço no questionamento anteriormente mencionado. Dentre tais estudos quantitativos, que valorizam, sobretudo, idade, sexo, raça, estado, posição social etc., percebe-se que o único de grande importância para saber do uso da biblioteca é o aspecto da educação. Contudo, vale ressaltar que esses estudos quantitativos, podem servir de base para a percepção de novas problemáticas, que exigem novas reflexões e ulteriores resoluções.

Infelizmente, os estudos sobre a relação biblioteca como sendo instituição de suprimento das necessidades informacionais, educativas e sociais da comunidade, alegando que a biblioteca é um bem útil para corroborar nas prestações de serviços justificáveis, a fim de conseguir mais investimentos governamentais, até o momento só conseguiu inferir que uma parte da sociedade utiliza a instituição acima referida e a outra não.

As bibliotecas públicas precisam fazer constantes estudos sobre as comunidades, uma vez que estas estão transformando-se em larga escala, atestando as vicissitudes de suas necessidades. Destarte, a instituição em xeque não deve estudar comunidades (usuário) – informação (entenda-se a adequação informacional ao usuário) – biblioteca isoladamente, isto é, seria preciso um estudo intrinsecamente concatenado desses três fatores, de modo que avaliando o processo de necessidade da comunidade é possível notificar as informações que devem ser empreendidas, acurando a importância da instituição biblioteca.

É evidente que esse estudo não é tão simplório. Primeiramente, pelos escassos investimentos governamentais, o que implica quantidade limitada e principalmente qualidade em baixa (profissionais pouco capacitados, salários baixos, estrutura inadequada, dentre outros). O segundo fator é conseqüência do primeiro, pois com essa escassa qualidade ocorre uma estratégia, por parte da biblioteca, inadequada ou mesmo não há uma estratégia definida para a prática de projetos e estudos junto as comunidades.

Percebe-se que o estudo a ser feito precisa verificar a qualidade da informação, no que ela ajudou, pois a biblioteca precisa atender as necessidades informacionais da comunidade, a fim de que esta perceba sua importância informacional, social, educativa, cultural, etc.

Finalmente, é possível observar um certo aperfeiçoamento desses estudos que outrora eram: quanto se usa a biblioteca? Atualmente é: quem é o usuário dessa biblioteca? E posteriormente espera-se que a interpelação seja: que usos são feitos da biblioteca? Em quais questões a biblioteca pode ser utilizada? Como o profissional bibliotecário pode ajudar o indivíduo? Estes e outros questionamentos podem transformar o estudo da biblioteca de quantitativo para qualitativo, vez que essas transformações são desenvolvidas gradualmente.
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Trabalho sobre acesso a informação para pessoas com deficiência auditiva e visual


O aluno Cícero Carlos Oliveira da Silva do curso de Biblioteconomia da UFC - CAMPUS CARIRI desenvolve um trabalho a partir do SENAC do município do Crato (CE) relativo a inclusão social e informacional de deficientes visuais e auditivos. O discente mostra a Biblioteconomia brasileira a necessidade de um olhar mais atento para esse público que é tão significativo e, muitas vezes, pouco percebido por profissionais e pela sociedade de maneira mais ampla.

Carlos apresentou, juntamente com a professora do curso de Biblioteconomia da UFC - CARIRI Patrícia Maria da Silva, um trabalho no CBBD em Bonito - MS (2009) relatando a sua experiência sobre o trabalho que desenvolve, cuja temática foi:

O ACESSO A INFORMAÇÃO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA E VISUAL NA BIBLIOTECA DO SENAC CRATO (CE)

Disponibilizamos aqui o RESUMO do trabalho:

O relato trata das experiências com usuários deficientes auditivos e visuais da Biblioteca Especializada em Educação Profissional do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) situada na cidade de Crato, no sul do Ceara. Com base nos serviços oferecidos no Instituto Benjamin Constant (IBC) e Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), desenvolve projetos de incentivo a leitura na sua Unidade de Informação. Percebendo a carência de atendimento especializado nas bibliotecas, para pessoas com portadoras de deficiências na Região do Cariri, forma e disponibiliza seu acervo especializado em braille e libras para pessoas com deficiência de Crato e cidades vizinhas.

Palavras-chave: Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). Pessoa portadora deficiência visual. Pessoa portadora de deficiência auditiva. Biblioteca. Inclusão.

A estrutura do artigo comporta os seguintes tópicos:

1 INTRODUÇÃO

2 BIBLIOTECAS PARA AS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS: AUDITIVA E VISUAL

3 A UNIDADE DE INFORMAÇÃO DO SENAC E OS SERVIÇOS DISPONIBILIZADOS

4 COMO TUDO COMEÇOU: etapas e contribuições para o acesso ao conhecimento da pessoa com deficiência

5 OS PROJETOS DA BIBLIOTECA

6 RESULTADOS E BIBLIOTECA EM NÚMEROS

7 CONCLUSÃO

8 REFERÊNCIAS


Quem quiser ter acesso ao artigo completo é só enviar e-mail para:
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Indicação de livro sobre biblioteca pública


Abrimos espaço para indicar um livro sobre biblioteca pública escrito por Philip Gill, cujo título é:


O livro possui uma proposta muito interessante de análise sobre a realidade das bibliotecas públicas, pois mostra os procedimentos teóricos, técnicos, administrativos e práticos para uma conduta ética, transparente e preocupada com as necessidades do usuário.

Para se ter uma noção melhor do livro, eis o sumário do livro:

Prefácio
Introdução

Capítulo 1 Papel e objectivos da biblioteca pública

1.1 Introdução
1.2 Definição da biblioteca pública
1.3 Objectivos da biblioteca pública
1.4 Uma instituição de mudança
1.5 Liberdade de informação
1.6 Acesso para todos
1.7 Necessidades locais
1.8 Cultura local
1.9 Raízes culturais da biblioteca pública
1.10 Bibliotecas sem paredes
1.11 Os edifícios
1.12 Recursos
Capítulo 2 Enquadramento legal e financeiro

2.1 Introdução
2.2 A biblioteca pública e a Administração Pública
2.3 Legislação sobre as bibliotecas públicas
2.4 Financiamento
2.5 A tutela da biblioteca pública
2.6 Administração da biblioteca pública
2.7 Publicidade e promoção

Capítulo 3 Ao encontro das necessidades dos utilizadores

3.1 Introdução
3.2 Identificação de utilizadores potenciais
3.3 Análise das necessidades da comunidade
3.4 Serviços ao utilizador
3.5 Apoio ao utilizador
3.6 Formação do utilizador
3.7 Cooperação e partilha de recursos
3.8 Redes electrónicas
3.9 Acesso a serviços
3.10 Edifícios das bibliotecas

Capítulo 4 Desenvolvimento de colecções

4.1 Introdução
4.2 Política de gestão de colecções
4.3 Variedade de recursos
4.4 Desenvolvimento de colecções
4.5 Princípios de manutenção de colecções
4.6 Normas para colecções de livros
4.7 Normas para serviços de informação electrónica
4.8 Programa de desenvolvimento de colecções para novas bibliotecas 4.9 Taxas de aquisição e descarte

Capítulo 5 Recursos humanos

5.1 Introdução
5.2 Competências do pessoal de biblioteca
5.3 Categorias de pessoal
5.4 Normas éticas
5.5 Deveres do pessoal de biblioteca
5.6 Níveis de pessoal
5.7 Formação de bibliotecários
5.8 Acções de formação e actualização
5.9 Desenvolvimento da carreira
5.10 Condições de trabalho
5.11 Voluntariado
Capítulo 6 Gestão e marketing das bibliotecas públicas

6.1 Introdução
6.2 Competências a nível da gestão
6.3 Construção e manutenção de redes
6.4 Gestão financeira
6.5 Gestão dos recursos da biblioteca
6.6 Gestão de pessoal
6.7 Planeamento e desenvolvimento de sistemas de biblioteca
6.8 Gestão da mudança
6.9 Delegação
6.10 Instrumentos de gestão
6.11 Marketing e promoção

Apêndices

1 Manifesto da IFLA/UNESCO sobre Bibliotecas Públicas
2 Lei finlandesa das bibliotecas (904/1998)
3 Carta de utilizador (serviços da biblioteca do condado de Buckinghamshire)
4 Normas para os edifícios de bibliotecas - Ontário, Canadá e Barcelona, Espanha

Lista de recursos
Índice remissivo

Quem quiser conhecer o Manifesto da UNESCO para as biblotecas públicas podem ter acesso:


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Bibliotecas digitais de Teses e Dissertações



Abrimos espaço para disponibilizar links de diversas Bibliotecas Digitais de Teses e Dissertações, tanto em nível nacional como internacional.


NACIONAIS


Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - IBICT
http://bdtd.ibict.br/bdtd/
E-mail: Hélio Kuramoto - kuramoto@ibict.br

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - USP
http://www.teses.usp.br/
E-mail: http://www.teses.usp.br/contato.html

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFRGS
http://www.biblioteca.ufrgs.br/bibliotecadigital/
E-mail: bdtd@bc.ufrgs.br

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFSCAR
http://www.bdtd.ufscar.br/
E-mail: http://www.bdtd.ufscar.br/contato.php

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - CAPES
http://servicos.capes.gov.br/capesdw/Teses.do
E-mail: cac@capes.gov.br

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UNICAMP
http://libdigi.unicamp.br/
E-mail: bibdig@unicamp.br

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - FAPESP
http://fapesp.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/teses/?IsisScript=iah/iah.xiclang=Pbase=TESES
lang=Pbase=TESES

Biblioteca Digital de teses e Dissertações - UnB
http://www.bce.unb.br/
A Universidade Federal de Brasília - UnB disponibiliza através da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - BDTD : http://machado-assis.bce.unb.br/bdtd/ , em parceria com o IBICT, a produção científica (teses e dissertações)em formato digital, publicada originalmente em formato impresso. Termo de autorização: http://www.bce.unb.br/principal/conteudo.php?tipo_informacao=8codigo=205
codigo=205

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UCG (Goiás)

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFG

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UERJ

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFAL

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFAM

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFBA

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFC
http://www.biblioteca.ufc.br/

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFJF

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFLA

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFPel

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFRN
http://bdtd.bczm.ufrn.br/tedesimplificado/

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFSC
http://aspro02.npd.ufsc.br/htdig_teses/
E-mail: sigrid@bu.ufsc.br
Biblioteca digital da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, que disponibiliza teses e dissertações na área de Biblioteconomia e Ciências da Informação. Catálogo geral no sistema Pergamum http://aspro02.npd.ufsc.br/biblioteca/php/opcoes.php

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - FURG

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - Mackenzie

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - PUC Brasília

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - PUC Campinas

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - PUC Minas

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - PUCPR

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - PUCRS

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - PUCSP
http://www.sapientia.pucsp.br/

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFF
http://www.ndc.uff.br/
E-mail: sir@ndc.uff.br

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFMA
http://www.tedebc.ufma.br/

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFMG
http://www.bn.ufmg.br/

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFPA

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFPB

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFPE
http://www.bdtd.ufpe.br/tedeSimplificado/

Biblioteca digital de Teses e Dissertações - UFSM
http://www.ufsm.br/
E-mail: http://bibweb.si.ufsm.br/

Biblioteca Digital da UNESP
http://www.biblioteca.unesp.br/bibliotecadigital/
Utiliza o sistema Nou-Rau da UNICAMP, implementando um serviço online para armazenamento e obtenção de documentos, provendo acesso controlado e mecanismos eficientes para busca. Formulário de autorização para teses e dissertações: http://www.biblioteca.unesp.br/pages/Authorization/TheseAuthorizationForm.html

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - UFU

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - ULBRA

Domínio Público - Teses e Dissertações
www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaPeriodicoForm.jsp

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - INPA


INTERNACIONAIS


Australian Digital Theses Program - ADT
E-mail: diane.costello@caul.edu.au

Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes - BVMC
http://www.cervantesvirtual.com/tesis/tesis_catalogo.shtml
E-mail: bibliotecario@cervantesvirtual.com

Catálogo da Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUCCAMP
http://www.puc-campinas.edu.br/biblioteca/
Possibilita realizar buscas no catálogo on-line VTLS, base LVMEN: http://virtua.puc-campinas.edu.br/cgi-bin/gw_44_4/chameleon/

Catálogo do Depósito de Dissertações e Teses Digitais - Biblioteca Nacional de Portugal
http://dited.porbase.org/
Possibilita pesquisar no catálogo da Biblioteca Nacional de Portugal sobre teses e dissertações. Para fazer buscas simples http://dited.porbase.org/jsp/user/search/simplesearch/index.jsp

CCSD : thèses-EN-ligne
http://tel.ccsd.cnrs.fr/
E-mail: adminiTEL@ccsd.cnrs.fr
Projeto do CNRS - Centre National de la Recheche Scientifique, que disponibiliza teses universitárias interdisciplinares nos domínios da ciência.

Cisne. Catálogo de la Biblioteca de la Universidad Complutense de Madrid - UCM
http://cisne.sim.ucm.es/search*spi~S7
E-mail: bucweb@buc.ucm.es
Catálogo que contem mais de 7.000 teses digitalizadas, publicadas na UCM entre 1990 e 2000, das quais quase 3.000 podem ser consultadas livremente na Internet.

Digital Dissertation
http://wwwlib.umi.com/dissertations/search
E-mail: tsupport@il.proquest.com
Biblioteca Digital de teses e dissertações na área de Ciências da Informação.

Metadiss - Dissertações da Biblioteca Nacional da Alemanha
http://deposit.ddb.de/metadiss.htm
Diretrizes sobre o METADISS formato para documentos on-line da Deutsche Bibliotek (Biblioteca Nacional da Alemanha)e do projeto Dissertationen Online. Para o acesso online de dissertações desde 1998 no idioma inglês : http://deposit.ddb.de/netzpub/web_online-hochschulschriften_e.htm

Networked Digital Library of Theses and Dissertations Union Catalog - NDLTD
http://zippo.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon
Catálogo coletivo sobre teses e dissertações. Projeto desenvolvido pela NDLTD e a VTLS Inc.

Sistema de Publicação Eletrônica de Teses e Dissertações - PUCPR
http://www.biblioteca.pucpr.br/tede/tde_busca/index.php
Biblioteca Digital da Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR tem como objetivo armazenar e disponibilizar eletronicamente as teses, dissertações, monografias e outras publicações científicas produzidas pela Universidade.

TESEO - Bases de Datos de Tesis Doctorales
http://www.mcu.es/TESEO/index.html
E-mail: teseo@cuniv.mec.es
Base de dados de teses do Consejo de Coordinación Universitária, recolhe e permite recuperar informações das teses lidas e consideradas aptas na universidades espanholas desde 1976.

Theses Canada Portal
http://www.collectionscanada.ca/thesescanada/index-e.html
E-mail: http://www.collectionscanada.ca/comments/index-e.php?title=Theses
Portal de acesso e pesquisa a teses e dissertações publicadas pelas instituições canadenses no período de início de 1998 a 31 de agosto de 2002.

Universal index Doctoral Dissertation in progress (The)- PhdData
http://www.phddata.org/
Este site é produto da iniciativa combinada e os esforços de diversos estudantes de doutorado nos EUA, na Argentina e na Israel.
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Bibliotecas de órgãos governamentais

Disponibilizamos aqui o link de algumas bibliotecas de órgãos governamentais que podem servir como instrumento de informação para estudantes, usuários, bibliotecários, pesquisadores, professores, etc.



PODER LEGISLATIVO



Biblioteca do senado


http://www.senado.gov.br/sf/biblioteca/default.asp



Biblioteca e Arquivo da Câmara Federal


http://www2.camara.gov.br/biblarq



Biblioteca virtual da Câmara Federal


http://www2.camara.gov.br/observatorio/biblioteca


Biblioteca e Arquivo da Assembléia Legislativa de Minas Gerais

http://www.almg.gov.br/index.asp?arquivo=biblioteca&diretorio=biblioteca&grupo=servicos


Biblioteca da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro

http://www.alerj.rj.gov.br/biblioteca4.htm


Biblioteca da Assembléia Legislativa do Espírito Santo

http://www.al.es.gov.br/subsites/biblioteca/ampliadas/visite.htm

http://www.al.es.gov.br/subsites/biblioteca/ampliadas/Manual_do_usuario_BibJoaoCalmon.pdf (Manual do Usuário)


Biblioteca da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul

http://www.al.ms.gov.br/Servi%C3%A7oseCidadania/Biblioteca/tabid/368/Default.aspx


Biblioteca da Assembléia Legislativa de Pernambuco

http://www.alepe.pe.gov.br/paginas/?id=3655


Biblioteca da Assembléia Legislativa do Ceará

http://www.al.ce.gov.br/biblioteca/


Biblioteca da Assembléia Legislativa de Alagoas

http://www.al.rs.gov.br/biblioteca/


Biblioteca da Assembléia Legislativa da Bahia

http://www.al.ba.gov.br/biblioteca.cfm


Biblioteca da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul

http://www.biblioteca.al.rs.gov.br/handler.php?module=gnuteca&action=main:pesquisa


PODER EXECUTIVO



Biblioteca virtual do Ministério do Meio Ambiente


http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=12



Biblioteca do Ministério do Trabalho e Emprego


http://www.mte.gov.br/biblioteca/default.asp



Biblioteca do Ministério do Transporte


http://www.transportes.gov.br/dibib.htm



Biblioteca do Ministério Público da União (Procuradoria Geral da República)


http://cdij.pgr.mpf.gov.br/



E-mail e links de Bibliotecas do Ministério Público Federal


http://cdij.pgr.mpf.gov.br/institucional/bibliotecas-do-mpf-1/bibliotecas-do-mpf




PODER JUDICIÁRIO



Biblioteca do Supremo Tribunal Federal


http://www.stf.jus.br/portal/cms/verTexto.asp?servico=bibliotecaConsultaAcervoStf



Biblioteca do Sperior Tribunal de Justiça


http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=356



Biblioteca do Superior Tribunal Militar


http://www.stm.gov.br/didoc/apresentacao.php



Biblioteca do Tribunal Superior Eleitoral


http://www.tse.gov.br/institucional/biblioteca/site_novo/index.htm



Biblioteca do Tribunal Superior do Trabalho


http://www.tst.gov.br/Ssedoc/PaginadaBiblioteca/index.htm




Biblioteca do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios


http://www.tjdft.jus.br/trib/bibli/bibli.asp


Observação: ressaltamos que em alguns Ministérios como o da Cultura, Minas e Energia, Saúde, entre outros órgãos do poder legislativo, executivo e judiciário não encontramos links de bibliotecas.
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Comissão aprova exigência de universalização de biblioteca escolar


Edson Santos

Substitutivo também prevê bibliotecário com formação superior e acesso à internet nas bibliotecas. Proposta segue para a CCJ.A Comissão de Educação e Cultura aprovou na quarta-feira (15) proposta que exige a instalação de bibliotecas em todas as escolas públicas de educação básica e a presença de bibliotecários com formação de nível superior nessas bibliotecas. O texto também determina que o acervo desses locais seja permanentemente atualizado e mantido em local próprio, atraente e acessível, com disponibilidade de acesso à internet.



As medidas estão previstas no substitutivo do deputado Alex Canziani (PTB-PR) aos projetos de Lei 3044/08, do deputado Sandes Júnior (PP-GO); e 4536/08, do deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR).



O substitutivo também estabelece que cada sistema de ensino, de acordo com as condições disponíveis e com as características locais, terá a prerrogativa de organizar o trabalho dos bibliotecários, admitido o atendimento a mais de uma biblioteca escolar por um mesmo profissional.


Segundo o texto, os sistemas de ensino da União, dos estados e dos municípios deverão garantir capacitação específica aos bibliotecários para atuar como mediadores entre os alunos e a leitura, de modo a contribuir para a formação efetiva de leitores. A proposta define um prazo de cinco anos para implementação das medidas previstas.


O substitutivo altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB - Lei 9.394/96).Qualidade da educação.


Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.Íntegra da proposta:


Comentários do autor sobre o Projeto de Lei:


Reportagem - Luiz Claudio Pinheiro
Edição - Pierre Triboli

Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856
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Bibliotecas na Colômbia: um exemplo a ser seguido




Caros leitores, disponibilizamos aqui um artigo sobre as bibliotecas na Colômbia. Sem dúvidas, esse país é um exemplo para as demais nações latino-americanas no que se refere ao desenvolvimento de bibliotecas atestando a sua importância educativa, cultural, social e educacional. As bibliotecas, na Colômbia, mostram o grande potencial que essas instituições possuem de conceber pensamentos e comportamentos e de promover benefícios a sociedade.


Biblioteca Virgilio Barco, em Bogotá

O link que leva ao artigo é:
Mais informações sobre a situação das bibliotecas na Colômbia:

As perguntas que podemos fazer a partir desse artigo são: qual o papel potencial e real da biblioteca no Brasil? Como a biblioteca pode ser um instrumento ativo na formação de novos leitores? Quais os meios que a biblioteca pode estabelecer para a conquistas de novos leitores/usuários? Qual o papel do Estado na proposi~ção de uma nova mentalidade para as bibliotecas?
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MINISTRO DA CULTURA APOIA CRIAÇÃO DE BIBLIOTECAS POPULARES

Durante audiência pública, na Assembleia Legislativa, sobre a Lei Rouanet, o ministro da Cultura, Juca Ferreira (foto), anunciou apoio do Ministério ao projeto de criação das bibliotecas populares nos terminais de ônibus de Fortaleza, projeto de autoria do vereador Guilherme.

O parlamentar aproveitou sua fala sobre a oferta de políticas públicas na área da Cultura e citou sua proposta de criação das bibliotecas em Fortaleza, dentro da perspectiva de ampliação do acesso da população aos produtos culturais, como os livros. O ministro Juca Ferreira, prontamente, colocou o Ministério à disposição de apoiar o projeto e pediu que o vereador o enviasse a proposta para que a Pasta avalie de que forma poderá fortalecer a viabilização das bibliotecas nos terminais.

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BIBLIOTECA ESCOLAR X CENTRO DE MULTIMEIOS


O título desta postagem vem ao encontro de um grande dilema vivido nas "bibliotecas escolares públicas" do estado do Ceará e e outros estados brasileiros. Por qual motivo chamar o espaço que deveria ser reprodutor de informações na escola de Centro de Multimeios e não de biblioteca escolar?

A priori, o que o Estado pensa é que a biblioteca escolar é envolvida apenas por livros ou suportes impressos, enquanto o centro de multimeios está envolto em diversos suportes, o que permite uma ação mais donâmica. Porém, é sabido que o conceito atual de biblioteca escolar prega um espaço reprodutor de informacções, em variados suportes e projetos que possam satisfazer as necessidades da comunidade escolar.

Ocorre que o nome centro de multimeios, inibe a exigência de um bibliotecário nas escolas, prejudicando sensivelmente e atuação da profissão. Sem a presença de um bibliotecário, o centro de multimeios normalmente é encabeçado por professores que já estão em fim de carreira e/ou que apresentam problemas de saúde.

O fato é que a biblioteca escolar pode ser um instrumento eminentemente útil para a escola, auxiliando nas atividades culturais, de leitura, pesquisa escolar e pesquisa na internet, bem como serviços básicos de organização, disseminação e acesso à informação pelos usuários.

Para maiores conhecimentos acerca das ações da biblioteca escolar, eis o que diz o manifesto da biblioteca escolar apresentado pela IFLA:

http://www.ifla.org.sg/VII/s11/pubs/portuguese-brazil.pdf

O manifesto também está disponível nos seguintes espaços virtuais:

http://www.bprmadeira.org/imagens/documentos/File/ISBD/BIBLIOTECAESCOLAR.pdf

http://www.oei.es/pdfs/rbe6.pdf

http://www.ced.ufsc.br/bibliote/acb/manifesto_p_be.html

A Biblioteconomia precisa compreender que apenas através de uma luta política e da apresentação de projetos sociais, culturais, educativos, ambientais, dentre outros será capaz de desmistificar a desvalorização da nomenclatura biblioteca escolar e, principalmente, vai mostrar a potencialidade dessa instituição em seu caráter pedagógico, administrativo e tecnológico.

Todavia, o mais importante não é definir a nomenclatura biblioteca escolar ou centro de multimeios, mas mostrar que o potencial da biblioteca escolar visa uma atuação de forma dinâmica e precisa, ao contrário do que pensam muitos governantes, secretários de educação e cultura quando minimizam o papel da biblioteca escolar como sendo apenas uma "distribuidora de livros" em prol da exaltação do centro de multimeios. Para tanto, é de fundamental importância que o bibliotecário mostre suas perspectivas de ação atestando que é o profissional habilitado para gerir uma biblioteca escolar, centro de multimeios ou qualquer outra nomenclatura que se queira fornecer.

Portanto, o mais importante em termos sociais, educativos e pedagógicos não é o estabelecimento da nomenclatura biblioteca escolar ou centro de multimeios, mas sim a atuação de um espaço que parece estar inerte na maioria das escolas no Brasil. Agora, a partir do momento que o termo centro de multimeios inibe a importância e funcionalidade da biblioteca escolar, bem como relega o bibliotecário a um plano inferior, faz-se necessário uma reflexão de docentes, discente, profissionais e órgãos de classe da Biblioteconomia atestando a observânvia de não acatar com uma postura que desvaloriza a profissão e inibe as potencialidades de um mercado promissor para a área.
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BIBLIOTECAS ESCOLARES: ONDE ESTÃO?

É sabido que um grande potencial de mercado para a área biblioteconômica são as bibliotecas escolares. Agora, por qual motivo, depois de tantos anos, esse potencial não se transforma em realidade?

O fato é que o Estado faz o que bem entende com a biblioteca escolar, seja em termos macros a partir da falta de uma política pública até o contexto micro da falta de uma política de acervo, estrutura, oferecimento de serviços, concursos para bibliotecários, entre outras coisas e a Biblioteconomia parece estar inerte diante dessa problemática.

O que fazer para melhorar esta situação? O fato é que a Biblioteconomia precisa transformar a realidade da biblioteca escolar brasileira através dos projetos profissionais e acadêmicos (especialmente extensão e pesquisa) a fim de promover um discurso que possa exercer contemplação prática. É preciso também que os Conselhos, Associações e Sindicatos cobrem do estado melhorias, além de mostrar que a Biblioteconomia está presente neste processo de transformação.

É improvável que haja boa empregabilidade sem bons projetos e propostas e a Biblioteconomia precisa estar ciente disso, seja na iniciativa acadêmica (docentes e discentes), seja na iniciativa profissional (órgãos de classe e bibliotecários. Porém, é preciso uma ação integrada destes dois setores, de modo a fortalecer a luta política na área.

Por isso, não podemos esquecer de um mercado e de uma ação social social, cultural e educativa que possuem tamanha produtividade que é a biblioteca escolar. Precisamos identificar o que significa essa biblioteca escolar, qual o seu papel e onde elas estão. Como diria Antônio Agenor Briquet de Lemos nem toda coleção de livros é uma biblioteca, do mesmo que nem toda biblioteca é uma coleção de livros.

Ao que parece as bibliotecas que chamam de escolares passam por uma imensa crise de sentido e de atuação, sendo difícil identificá-las, o que torna necessário a Biblioteconomia criar ou desenvolver este sentido.

Portanto, podemos nos perguntar: onde estão as bibliotecas escolares? Será que elas realmente existem? O que estão fazendo, ou melhor, o que estão fazendo com ela?
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