MINISTRO DA CULTURA APOIA CRIAÇÃO DE BIBLIOTECAS POPULARES

Durante audiência pública, na Assembleia Legislativa, sobre a Lei Rouanet, o ministro da Cultura, Juca Ferreira (foto), anunciou apoio do Ministério ao projeto de criação das bibliotecas populares nos terminais de ônibus de Fortaleza, projeto de autoria do vereador Guilherme.

O parlamentar aproveitou sua fala sobre a oferta de políticas públicas na área da Cultura e citou sua proposta de criação das bibliotecas em Fortaleza, dentro da perspectiva de ampliação do acesso da população aos produtos culturais, como os livros. O ministro Juca Ferreira, prontamente, colocou o Ministério à disposição de apoiar o projeto e pediu que o vereador o enviasse a proposta para que a Pasta avalie de que forma poderá fortalecer a viabilização das bibliotecas nos terminais.

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PROJETO DE REVISÃO DA ABNT - NBR 6023



Está no início o estudo do Projeto de Revisão da ABNT NBR 6023 - Informação e documentação - Referências - Elaboração. Profissionais atuantes em bibliotecas digitais, repositórios, periódicos eletrônicos em SEER (ou outros sistemas) poderão enviar sugestões claras e bem fundamentadas para: carla.castilho@abnt.org.br Carla Castilho - Gerência do Processo de Normalização.

A 2ª Reunião/2009 da CE-14:000.03 - Comissão de Estudo de Identificação e Descrição foi realizada no dia 5 de junho de 2009, na Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) Rua Minas Gerais, nº 190 - Higienópolis - São Paulo, SP (proximidades da estação/metrô Consolação) (próxima reunião está agendada para setembro - contribuições serão bem-vindas, especialmente dúvidas/exemplos de referenciação de documentos publicados na web).

Caros leitores, o que vocês acham da NBR 6023? Quais são as suas maiores qualidades e deficiências? Como podemos aprimorar essa normas da ABNT? É de fundamental importância a participação de biblotecários, docentes, estudantes e outros profissionais como forma de colaborar com sugestões, questionamentos e o esclarecimento de dúvidas.
Logo traremos sugestões de mudanças para a NBR 6023 da ABNT a fim de acalorar a discussão sobre o assunto.
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Crise política no Brasil: novidade ou ofuscamento das elites?


Caros leitores, compartilho artigo que escrevi referente a crise política no Brasil traçando um breve paralelo sobre a história política brasileira e a primeira gestão do governo LULA.

CRISE POLÍTICA NO BRASIL: NOVIDADE OU OFUSCAMENTO DAS ELITES?

O Brasil é um país com grandes dimensões. Isso caracteriza uma diversidade ou hibridismo cultural muito grande. Isso significa que cada região possui as suas especificidades, bem como contribuem para o futuro do país seja ele de forma maléfica ou promissora. Politicamente é mister reconhecer que, historicamente, somos um país subordinado ao capital estrangeiro. Assim, foi com a Inglaterra, quando contraímos uma dívida de 10 milhões para a compra de uma parte do território boliviano (hoje o Acre). Com os E.U.A. no monopólio mundial o agravamento da dependência econômica, política, social, cultural, tecnológica, etc. foi inevitável, face as administrações de uma elite que, na dependência, se beneficiava com atos de vandalismo ao Brasil.
Por qual motivo vandalismo? Ora, não podemos deixar de avaliar governos voltados para a classe minoritária, possuidoras do poder e fazendo deste a sua munição de arbitrariedades, assim como perceber que a herança deixada de Portugal ao nosso país foi por demais avassaladora. Produtos como ouro, açúcar e café tornaram-se mais desvalorizados impossibilitando o Brasil de competir com o mercado internacional quando da sua “independência política”.Falo em vandalismo em virtude de que apropriar o capital estatal, afim de privatizá-lo e render ao povo brasileiro o eminente pagamento de impostos e a contração de uma dívida interna que hoje passa dos 850 bilhões e que consequencia uma dívida externa, é um atributo que o povo brasileiro sofre sem ter representantes de um escalão mais humanizante e igualitário.

Governos como o de Washington Luis, cujo tema precípuo era: “Governar é construir Estradas”, o de Juscelino Kubitschek que abriu, ou melhor dizendo, se rendeu ao capital externo são provas de que o vandalismo político no Brasil é uma variante incisivamente importante para a avaliação da nossa atual crise política.

Quais os sentidos desse contexto histórico para a nossa atual crise política? Não é novidade para ninguém que esta se alastra pelo país há séculos e que é necessário a concatenação desses valores históricos para a compreensão de nossa conjuntura atual. As disparidades sociais reinantes atestam que governos voltados para a elite visualizam a ilusão de que o desenvolvimento é a arma da grande representatividade do país, sendo ele tecnológico, turístico, etc.

O que constrange é ler a Constituição Federal e não precisamos passar nem do seu pré-âmbulo para notificar que a mesma tem um caráter eminentemente ilusório, além de ser beneficiadora de uma minoria que se apodera da mesma para ditar normas e simplesmente não cumpri-las. Esse início de república era o algoz de um sofrimento já passado na era colonialista e imperial. Mudou apenas o regime, mas não a perspectiva de igualdade para a nação. O pré- âmbulo da constituição diz assim:


“Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem- estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos sob a proteção de Deus, a seguinte CONSITTUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”. (MORAES, 2000. P. 13).


Qual o significado dessas palavras, ou melhor desses valores? A priori é a constituição de um estado onde é soberana a harmonia, ou sucintamente a relação humana e igualitária existente entre os homens dessa nação. Os nossos governos, pelo menos em seu contexto majoritário buscaram efetivar justamente o contrário do que aí se apregoa. A Ditadura Militar de 1964 a 1985 foi um ato de democracia, de valorização humana, de liberdade? Desconheço esses valores na caracterização da mesma. Os motivos pelos quais foram impostos regimes ditatoriais pela América Latina, talvez não seja novidade: a ascensão de movimentos de cunho revolucionário, no Chile, Argentina, Brasil, Uruguai, dentre outros causaram espanto a hegemonia norte-americana e a consequente instauração das Ditaduras.

No Brasil João Goulart era a perspectiva de mudanças para a classe majoritária quando decretou que 10% da produção agropecuária deveria ficar compulsoriamente por aqui. Isso significou a expectativa de um limiar da economia e da política autônomas, todavia barrados pelos E.U.A. de forma arbitrária.

Chegando ao governo Fernando Henrique Cardoso, verifica-se a sua maestria enquanto sociólogo para conduzir a relação política interna e internacional exposta na constituição. Este foi assaz inteligente para ludibriar o povo brasileiro e contrair a maior dívida da história brasileira. O Plano Real era o desenvolvimento político-econômico tão pretendido por políticos. O próprio FHC sabia que por alguns instantes haveria estabilidade da economia e valorização política, sendo que ulteriormente a derrocada dos dois aspectos supramencionados seria vital para a nação.

Então, a crise política, econômica, social do Brasil é amplamente histórica e o presidente Fernando conseguiu agravá-la ainda mais. A sua articulação política prova o contrário, em virtude que mais pessoas tiveram acesso as tecnologias como a televisão, o computador e mais especificamente a Internet, celulares. Por onde passamos vemos alguém com celular. Será que isso é desenvolvimento? Do ponto de vista financeiro sim e do ponto de vista social? A desigualdade social no Brasil se agravou sobremaneira nos últimos anos. Os investimentos em educação e cultura, bases de respaldo para um desenvolvimento igualitário são pífios diante do que é gasto para pagamento da dívida externa, dos salários recebidos por políticos, afora os processo de corrupção vigentes. Isso mesmo corrupção, daí chego ao epicentro da questão: a corrupção no governo FHC foi menor do que o atual até o momento? O agravamento de uma subordinação ao capital externo também foi menor?

Acredito que o Governo Lula é a maior decepção que muitos militantes de esquerda estão tendo, inclusive alguns saindo do PT, pois este perdeu a sua identidade. Agora, é necessário que o povo brasileiro (aí incluo militantes de esquerda, os que apóiaram Lula, os conservadores, a classe mais pobre, etc.) perceba que a decepção com o Lula é demasiadamente grande, mas por qual motivo nunca se falou de impeachment contra o senhor FHC? Será que a população brasileira acredita que o governo anterior é melhor do que o atual? A intenção aqui é justamente ampliar os campos de análise e não restringi-los. Uns acreditam que o governo anterior é melhor do que esse. Já outros acham este melhor, mas não isentam o Lula de culpa pela crise vivida no Brasil. Alguns ainda não acreitam em nenhum dos dois. Há aqueles que acreditam que para uma mudança igualitária é mister um processo revolucionário, com a militância do povo brasileiro em ação, baseado nas idéias de uma maior justiça social e ao menos de um asseguramento dos direitos constitucionais. Como dizia Karl Marx “As idéias se congeminam com as práticas sociais”. Assim, para essa mudança, que alguns apregoam (e faço parte dela), é preciso a mobilização do povo na perspectiva de ver um país mais humano e justo.

Para tanto, é preciso o advento de uma nova força política que ascenda ao poder para concretizar essas mudanças. Novas militâncias vão surgindo aliadas a outras já existentes. Não obstante, acredita-se numa unificação de partidos ainda considerados de esquerda para fortificar o bloco daqueles que anseiam por mudanças de cunho igualitário, pois acreditar que vivemos numa democracia, quando podemos votar é até plausível, contudo não é possível acatar o que nos é asse4gurado no pré-âmbulo da Constituição que anti-democratiza as possibilidades de sociabilização da nação brasileira no que concerne a igualdade social. por isso afirmo que não vivemos de fato numa democracia, mas numa plutocracia (governo daqueles que possuem poder econômico). assim, percebe-se que quem governa no Brasil são os grandes grupos empresariais externos e nacionais e o governo ao invés de representar o povo em seu contexto lato assegurado constitucionalmente, rende-se a esse “governos” disseminados pelo Brasil e que monopolizam o capital financeiro, industrial” e consequentemente cerceiam as possibilidades das ações dos exercícios sociais e mais amplamente dos direitos que nos são assegurados.

Finalmente, pode-se notificar que o governo Lula é uma decepção muito grande, face as reformas da previdência (existem países que demoram 10, 20 e até 30 anos para instaurar uma reforma previdenciária bem estruturada e o governo brasileiro tentou fazer em menos de dois anos de forma arbitrária). Para a implantação de uma reforma previdenciária é mister a estruturação da seguridade social que é representada por três aspectos: saúde, assistência social e previdência. Sem os dois primeiros em plena estabilidade fica difícil a concretização exitosa do terceiro. Em relação a Reforma universitária, acredita-se ser uma traição a classe estudantil, tanto a atual como a que militou a 10, 20, 30, 40 anos em busca de algo mais justo para os estudantes universitários e não relegar a segundo plano as Universidades públicas e a privatização do ensino superior brasileiro. Estas são crises que devemos sobretudo nos decepcionar, mas é preciso que haja a ampliação das visões de que essa crise atual não é isolada; parte de fatores instavelmente estruturados, isto é, os governos anteriores concretizaram crises semelhantes, sem contudo, receber uma abordagem tão intensa da mídia e do povo brasileiro. Diante do exposto fica a alerta: a crise política do Brasil é resultado de um processo histórico que faz-se necessário mudar, pois caso isso não aconteça continuaremos crescendo e as disparidades também. Que paradoxo!!!!!

Jonathas Carvalho
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PUBLICAÇÃO DE ARTIGO



Quero compartilhar com os leitores artigo de minha autoria juntamente com o professor Luiz Tadeu Feitosa, em 2007, na revista Biblionline, da UFPB, cujo tema é: UMA ANÁLISE SOBRE A IDENTIDADE DA BIBLIOTECONOMIA BRASILEIRA: o enfoque da interdisciplinaridade.



Eis o link que dá acesso ao artigo:

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NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

Em matéria, aliás 4 matérias, feitas pelo Professor Hamilton do curso de Biblioteconomia da UFC de Fortaleza aproveito para disponibilizá-la neste espaço, pois é muito útil para aqueles que estão fazendo projetos de pesquisa, artigos, principalmente, monografias, dissertações e teses, ou mesmo outros tipos de trabalhos acadêmicos.

Eis os links que levam as matérias:


http://hamiltont.blogspot.com/2009/05/nbr-6023-abnt-nocoes-basicas.html


http://hamiltont.blogspot.com/2009/05/abnt-nbr-6023-nocoes-basicas-parte-2.html


http://hamiltont.blogspot.com/2009/05/abnt-nbr-6023-nocoes-basicas-parte-3.html


http://hamiltont.blogspot.com/2009/05/abnt-nbr-6023-nocoes-basicas-parte-4.html


Bom proveito e boa normalização!!!
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INDICAÇÃO DE SITE SOBRE FONTES DE INFORMAÇÃO


Um site muito interessante que fala sobre fontes de informação em suas diversas tipologias é esse:

http://bib-ci.wikidot.com/

Textos relevantes sobre fontes de informação também podem ser encontrados nesses endereços, inclusive eletrônicas:


http://etc.incubadora.fapesp.br/portal/disciplinas/pos-graduacao/transparencias/CBD5259-ModalidadeValidacaoDocumento2008.pdf.

snbu.bvs.br/snbu2000/docs/pt/doc/t138.doc -

http://www.cori.rei.unicamp.br/.../ANALISE%20DO%20USO%20DE%20FONTES%20D... -

http://www.seade.gov.br/produtos/spp/v12n04/v12n04_08.pdf

http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/viewFile/293/216

http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1332

http://server01.bc.unicamp.br/seer/ojs/viewarticle.php?id=86&layout=abstract

http://www.eci.ufmg.br/bogliolo/downloads/BARBOSA%20usuarios.pdf

http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/view/25
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PROFISSIONAL BIBLIOTECÁRIO: PORQUE?


Tenho me questionado muito sobre certas terminologias utilizadas na Biblioteconomia. Uma que me chama atenção é o termo profissional bibliotecário.

Ora, entendo que este termo é considerado bastante redundante, haja vista que o bibliotecário é um profissional especializado de nível superior. Ou por acaso existe outro bibliotecário que não possua nível superior e seja considerado um profissional da área?

Por acaso existe a terminologia profissinal economista, profissional arquiteto, profissional administrador, profissional enfermeiro? Obviamente que todos são profissionais especializados e únicos em sua função. O que ainda pode existir é como se chama na área de Enfermagem que é o Auxiliar de Enfermagem, assim como existe também o auxiliar de biblioteca em que cada um deve ter noção de sua funcionalidade.

A menção a este termo se faz necessária inclusive como uma proposta de valorização da área. É preciso uma profunda ação de marketing e, especialmente, da proposição de projetos da Biblioteconomia, visando enaltecer e mostrar a funcionalidade da área. Estes tipos de posicionamentos podem contribuir para a noção de que o bibliotecário é o profissional adequado para desenvolver atividades em bibliotecas, seja escolar, pública, universitária, especializada, entre outros e promover no seio da sociedade a importância funcional da profissão de bibliotecário.

Enfim, o bibliotecário é o profissional apto para trabalhar em bibliotecas e outras centros de informação, além de prestar serviços de normalização, consultorias em empresas, entre outros, pois somos profissionais especializados, com nível superior. Mas a discussão sobre a funcionalidade do bibliotecário fica para outra postagem.
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BIBLIOTECA ESCOLAR X CENTRO DE MULTIMEIOS


O título desta postagem vem ao encontro de um grande dilema vivido nas "bibliotecas escolares públicas" do estado do Ceará e e outros estados brasileiros. Por qual motivo chamar o espaço que deveria ser reprodutor de informações na escola de Centro de Multimeios e não de biblioteca escolar?

A priori, o que o Estado pensa é que a biblioteca escolar é envolvida apenas por livros ou suportes impressos, enquanto o centro de multimeios está envolto em diversos suportes, o que permite uma ação mais donâmica. Porém, é sabido que o conceito atual de biblioteca escolar prega um espaço reprodutor de informacções, em variados suportes e projetos que possam satisfazer as necessidades da comunidade escolar.

Ocorre que o nome centro de multimeios, inibe a exigência de um bibliotecário nas escolas, prejudicando sensivelmente e atuação da profissão. Sem a presença de um bibliotecário, o centro de multimeios normalmente é encabeçado por professores que já estão em fim de carreira e/ou que apresentam problemas de saúde.

O fato é que a biblioteca escolar pode ser um instrumento eminentemente útil para a escola, auxiliando nas atividades culturais, de leitura, pesquisa escolar e pesquisa na internet, bem como serviços básicos de organização, disseminação e acesso à informação pelos usuários.

Para maiores conhecimentos acerca das ações da biblioteca escolar, eis o que diz o manifesto da biblioteca escolar apresentado pela IFLA:

http://www.ifla.org.sg/VII/s11/pubs/portuguese-brazil.pdf

O manifesto também está disponível nos seguintes espaços virtuais:

http://www.bprmadeira.org/imagens/documentos/File/ISBD/BIBLIOTECAESCOLAR.pdf

http://www.oei.es/pdfs/rbe6.pdf

http://www.ced.ufsc.br/bibliote/acb/manifesto_p_be.html

A Biblioteconomia precisa compreender que apenas através de uma luta política e da apresentação de projetos sociais, culturais, educativos, ambientais, dentre outros será capaz de desmistificar a desvalorização da nomenclatura biblioteca escolar e, principalmente, vai mostrar a potencialidade dessa instituição em seu caráter pedagógico, administrativo e tecnológico.

Todavia, o mais importante não é definir a nomenclatura biblioteca escolar ou centro de multimeios, mas mostrar que o potencial da biblioteca escolar visa uma atuação de forma dinâmica e precisa, ao contrário do que pensam muitos governantes, secretários de educação e cultura quando minimizam o papel da biblioteca escolar como sendo apenas uma "distribuidora de livros" em prol da exaltação do centro de multimeios. Para tanto, é de fundamental importância que o bibliotecário mostre suas perspectivas de ação atestando que é o profissional habilitado para gerir uma biblioteca escolar, centro de multimeios ou qualquer outra nomenclatura que se queira fornecer.

Portanto, o mais importante em termos sociais, educativos e pedagógicos não é o estabelecimento da nomenclatura biblioteca escolar ou centro de multimeios, mas sim a atuação de um espaço que parece estar inerte na maioria das escolas no Brasil. Agora, a partir do momento que o termo centro de multimeios inibe a importância e funcionalidade da biblioteca escolar, bem como relega o bibliotecário a um plano inferior, faz-se necessário uma reflexão de docentes, discente, profissionais e órgãos de classe da Biblioteconomia atestando a observânvia de não acatar com uma postura que desvaloriza a profissão e inibe as potencialidades de um mercado promissor para a área.
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BIBLIOTECAS ESCOLARES: ONDE ESTÃO?

É sabido que um grande potencial de mercado para a área biblioteconômica são as bibliotecas escolares. Agora, por qual motivo, depois de tantos anos, esse potencial não se transforma em realidade?

O fato é que o Estado faz o que bem entende com a biblioteca escolar, seja em termos macros a partir da falta de uma política pública até o contexto micro da falta de uma política de acervo, estrutura, oferecimento de serviços, concursos para bibliotecários, entre outras coisas e a Biblioteconomia parece estar inerte diante dessa problemática.

O que fazer para melhorar esta situação? O fato é que a Biblioteconomia precisa transformar a realidade da biblioteca escolar brasileira através dos projetos profissionais e acadêmicos (especialmente extensão e pesquisa) a fim de promover um discurso que possa exercer contemplação prática. É preciso também que os Conselhos, Associações e Sindicatos cobrem do estado melhorias, além de mostrar que a Biblioteconomia está presente neste processo de transformação.

É improvável que haja boa empregabilidade sem bons projetos e propostas e a Biblioteconomia precisa estar ciente disso, seja na iniciativa acadêmica (docentes e discentes), seja na iniciativa profissional (órgãos de classe e bibliotecários. Porém, é preciso uma ação integrada destes dois setores, de modo a fortalecer a luta política na área.

Por isso, não podemos esquecer de um mercado e de uma ação social social, cultural e educativa que possuem tamanha produtividade que é a biblioteca escolar. Precisamos identificar o que significa essa biblioteca escolar, qual o seu papel e onde elas estão. Como diria Antônio Agenor Briquet de Lemos nem toda coleção de livros é uma biblioteca, do mesmo que nem toda biblioteca é uma coleção de livros.

Ao que parece as bibliotecas que chamam de escolares passam por uma imensa crise de sentido e de atuação, sendo difícil identificá-las, o que torna necessário a Biblioteconomia criar ou desenvolver este sentido.

Portanto, podemos nos perguntar: onde estão as bibliotecas escolares? Será que elas realmente existem? O que estão fazendo, ou melhor, o que estão fazendo com ela?
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POEMA


A ETERNA BATALHA ENTRE O BEM E O MAL

BEM


O BEM TEM ATRIBUTOS BASTANTE PROCURADOS, ESTÁ NA MENTE DAQUELES QUE PREGAM A IGUALDADE, TEM OS SEUS RUMOS E DIRETRIZES BEM DELINEADOS, E SE PREOCUPA COM A COLETIVIDADE.


MAL


SE ISSO FOSSE VERDADE O MUNDO NÃO ESTARIA DESSE JEITO, FALTA ACESSO A SAÚDE, MORADIA E EDUCAÇÃO, O PLANETA ESTÁ CHEIO DE DEFEITOS, LONGE DE CHEGAR A PERFEIÇÃO.

BEM


A MALDADE É UM SENTIMENTO QUE PREJUDICA A SOCIEDADE, PORÉM NÃO FAZ PARTE DA ALMA,
MESMO EM TODA A SUA PROFUNDIDADE, É POUCO CULTIVADA.


MAL


A MALDADE BEM DISSESTE NÃO ESTÁ DENTRO DA ALMA, ELA PERMANECE ENTOCADA NA FACE DAS POPULAÇÕES, COMO DIZES QUE É POUCO CULTIVADA, SE ELA DESTRÓI AS NAÇÕES.

BEM


AMOR, AMIZADE E CARINHO SÃO SENTIMENTOS DA BONDADE, NA ESSÊNCIA HUMANA PERMANCEM ENTOCADA, E SÃO VISTOS EM CADA ESQUINA DA CIDADE, SE ISSO NÃO FOSSE VERDADE NÃO RESTARIA MAIS NADA.

MAL


PARALELAMENTE A ISSO ACONTECE A VIOLÊNCIA, ADVINDA DE VÁRIOS PROBLEMAS DE ORDEM SOCIAL, A CONSEQUÊNCIA É A FALTA DE CONSCIÊNCIA, QUE AFETA A HUMANIDADE NO SETOR MORAL.

BEM

POR ENQUANTO É SÓ ISSO VOU DEIXANDO MEU AVISO, MAS A BATALHA PERMANECERÁ, E O MAL CERTAMENTE SERÁ COMBALIDO, E ASSIM PERECERÁ.

MAL

SEI QUE A MINHA VITÓRIA POR MAIS QUE TARDE VIRÁ,
POIS A HUMANIDADE SOFRE GRANDE HUMILHAÇÃO,
SERÁ QUE OS PROBLEMAS QUE EXISTEM NÃO SÃO DE ASSOMBRAR?
DEIXO PARA O BEM A BUSCA DE UMA TRANSFORMAÇÃO.






DEMASIADAMENTE REAL E NECESSÁRIO


Por Jonathas Luiz Carvalho Silva


NÃO DESPREZO QUANDO VEJO UM MENINO DE RUA

MAS SINTO MUITA DÓ
POR ISSO É PRECISO UM PROGRAMA QUE O INCLUA
EXTINGUINDO A HIERARQUIA DO MAIOR E DO MENOR


O QUE ME DEIXA ENTRISTECIDO
É SABER QUE A DIVERSIDADE HUMANA
CHEGOU A UM PONTO CRUEL E DESMEDIDO
EM QUE MUITOS SITUAM-SE EM CABANA


POR ISSO ME PREGUNTO COMO REVERTER A SITUAÇÃO
QUE NUM PRIMEIRO MOMENTO PODE ATÉ PARECER NORMAL
MAS INFELIZMENTE CHEGO A CONCLUSÃO
DE QUE NÃO É UMA QUESTÃO DE RESOLUÇÃO INDIVIDUAL


ASSIM VIVO NUMA SOCIEDADE REPRESSIVA
EM QUE HÁ DESIGUALDADE NA DISPOSIÇÃO DOS MECANISMOS
E PERCEBO QUANTO É EXAUSTIVA
A LUTA DE MUITOS PARA ESCAPAR DOS ABISMOS

É NECESÁRIO UMA NOVA VISÃO
QUE ENVOLVA UMA REFORMA SOCIAL, POLÍTICA E CULTURAL
QUE BENEFICIE A POPULAÇÃO
E TRAGA UM POUCO DE CONSCIÊNCIA MORAL

OS INTERESSES PESSOAIS ESTÃO SE SOBREPONDO AOS POLÍTICOS ONDE CHEGA HAVER UMA CONFUSÃO ENTRE OS GOVERNANTES
QUE AFETAM OS DIREITOS CÍVICOS
E OS TORNAM CORRUPTOS E INATUANTES
OS PROBLEMAS CITADOS TÊM VÁRIOS CONTEXTOS HISTÓRICOS
E AFETA EM LARGA ESCALA AS NAÇÕES
PARA A TRANSFORMAÇÃO EFETIVA DESTES TÓPICOS
É PRECISO A PARTICIPAÇÃO COLETIVA DAS POPULAÇÕES










Ciclo Forçadamente Vicioso

Por: Jonathas Luiz Carvalho Silva


Quanto mais te procuro, menos te acho, quanto menos te acho mais me desespero, quanto mais me desespero, menos raciocíno. Porque será? Oh porque será que quanto mais quero te ver menos te vejo? Quanto mais quero fazer parte da tua vida, menos te conheço. Será que é pelo fato de estar sendo totalmente dominado por ti? Não sei. Não tenho mais capacidade para responder nada, pois quanto menos raciocínio, mais distante fico de ti e, por conseguinte, passo a divagar te procurando, todavia sem te achar.









OS BENEFÍCIOS DO AMOR II

Por: Jonathas Luiz Carvalho Silva

“Paz, união, carinho e harmonia
Confiança, otimismo e sinceridade
Quando estou longe de ti sinto saudade
Quando estou perto tudo é alegria”

“Sem cair em demagogia tento te amar
Como se tivesse recuperado o tempo perdido
Mas sei que preciso me controlar
Para não ser muito desmedido”

“Te amar é chegar ao inatingível
Buscando o gozo de viver
Através do mundo sensível”

“Mesmo assim busco sempre mais
Tentando superar o não entender
Com o auxílio do inteligível”





OS BENEFÍCIOS DO AMOR

Por: Jonathas Luiz Carvalho Silva


Pensei em ti desesperadamente
Como se o momento me fizesse sonhar
Até que percebi o quanto era ausente
A perspectiva fundamental de amar

Como se eu estivesse cego ou enlouquecendo
Fiquei a imaginar indefinidamente
As causas mórbidas de escassez desse sentimento
E a naturalidade de me tornar indiferente

Por isso passei a perscrutar uma possível solução sem me decepcionar
Buscando nos desafios do viver
Que a encontrei na ignorância do pensar

E sem me preocupar com as conseqüências
Hoje estou com a pretensão de entender
Como eu não sabia que era tão bom amar































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