Slides de aula sobre Conhecimento e Ciência da Informação


Caros colegas, compartilhamos com vocês slides referentes a uma aula sobre Conhecimento e Ciência da Informação, ministrada na disciplina de Metodologia da Pesquisa em Biblioteconomia e Ciência da Informação do V Semestre do curso de Biblioteconomia da UFC - CARIRI.


Eis o link que leva aos slides:

http://www.slideshare.net/JonathasCarvalho/conhecimento-e-cincia-da-informao-1973424




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Materiais sobre Fundamentação Teórica da Biblioteconomia: ensino, histórico e epistemologia





Caros colegas, elencamos aqui alguns materiais, ON LINE, referentes a Fundamentação Teórica da Biblioteconomia, levando em consideração o ensino, a história e as discussões epistemológicas da área.

Quem tiver mais alguns materiais sinta-se a vontade para complementar aqui no blog.

Eis a lista de materiais disponíveis:

Epistemologia da Biblioteconomia (Tese de Solange Puntel Mostafa)

Paradigmas Teóricos da Biblioteconomia e Ciência da Informação (Solange Puntel Mostafa)

Ciência da Informação e Biblioteconomia: novos conteúdos e espaços de atuação (Marlene de Oliveira – organizadora)

Repensando a Biblioteconomia (Anna da Soledade Vieira)

Epistemologia Social, Semântica Geral e Biblioteconomia (Jesse Shera)

Os paradigmas da Biblioteconomia e suas implicações no ensino desta ciência (Francisco das Chagas de Souza)

O ENSINO DE BIBLIOTECONOMIA NO BRASIL NO DISCURSO DO BIBLIOTECÁRIO PARTICIPANTE NOS CBBDs ENTRE 1954 E 1982: apontamentos disciplinares para a construção do currículo do curso de Biblioteconomia (Francisco das Chagas de Souza)

Ensino de Biblioteconomia no Brasil: o modelo norte-americano (Francisco das Chagas de Souza)

O ENSINO DE BIBLIOTECONOMIA NA REGIAO SUL DO BRASIL: analise dos projetos pedagógicos dos cursos a luz das diretrizes curriculares nacionais (Camila Koerich Burin)

O ensino de Biblioteconomia no Brasil (Suzana Mueller)

Marcos históricos e legais do desenvolvimento da profissão de bibliotecário no Brasil (Dalgiza Andrade Oliveira e Ivone Job)

O ensino e a prática da Biblioteconomia na era das incertezas (Cesar Augusto Castro)


Observação: além desses materiais, quem quiser ficar por dentro das diversas questões históricas e epistemológicas da Biblioteconomia recomendamos a compra e leitura de dois livros:


CASTRO, César Augusto. História da Biblioteconomia Brasileira. Brasília: Thesaurus, 2000. 287p.

FONSECA, Edson Nery da. Introdução à Biblioteconomia. 2 ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2007. 152p.


Acredito que depois da leitura desses dois livros, o seu olhar sobre a Biblioteconomia brasileira terá uma grande transformação.
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Hino Nacional: uma questão de informação



Diante do dia 07 de setembro como sendo considerado o dia da Independência do Brasil, eis que indagamos sobre o nosso hino nacional e podemos fazer algumas perguntas:

Qual o significado da letra do nosso hino?

Ela reflete a realidade histórica do povo brasileiro e do nosso país?

O hino tenta estabelecer um sentimento de nacionalismo na população brasileira?




O fato é que o nosso hino é cheio de complexidades que vão para além de sua linguagem e vocabulário. Inicialmente por causa dessa linguagem de difícil compreensão, o hino não consegue conceber um sentimento de nacionalismo latente. Mas também o próprio conteúdo do hino não reflete essa produção de um nacionalismo.

Uma análise sobre a linguagem e o conteúdo do hino brasileiro brasileiro pode ser encontrada clicando aqui.

Eis aqui uma breve tradução do nosso hino, especialmente dos trechos e termos considerados de difícil compreensão:

PARTE I

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas (Plácidas: serenas, tranqüilas)
De um povo heróico o brado retumbante, (Brado: grito; Retumbante: que retumba, refletir ou repetir com estrondo)
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos, (Fúlgidos: brilhantes)
Brilhou no céu da pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade (Penhor: garantia, prova)
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,Idolatrada,Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido (Vívido: luminoso, brilhante)
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido, (Límpido: claro)
A imagem do Cruzeiro resplandece. (Resplandece: brilha)

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso, (Impávido: destemido; Colosso: agigantado, descomunal)
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

PARTE II

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América, (Fulguras: brilha; Florão: Objeto circular, em forma de flor, em uma abóbada)
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra, mais garrida, (Garrida: incógnita - encontrou-se somente a definição de sineta, pequeno sino)
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores."

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado, (Lábaro: estandarte dos exércitos romanos)
E diga o verde-louro dessa flâmula (Flâmula: bandeira estreita)
- "Paz no futuro e glória no passado."

Mas, se ergues da justiça a clava forte, (Clava: pau pesado, utilizado como arma)
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
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Hino nacional: informações gerais


A Independência do Brasil nos faz buscar uma breve descrição sobre o hino nacional.

Eis algumas informações básicas:


- A letra do hino nacional do Brasil foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada (1870 – 1927) e a música é de Francisco Manuel da Silva (1795-1865).

- Tornou-se oficial no dia 1 de setembro de 1971, através da lei nº 5700.
- Deve ser executado em continência à Bandeira Nacional, ao presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional.

- É executado em determinadas situações, entre elas: cerimônias religiosas de cunho patriótico, sessões cívicas e eventos esportivos internacionais.
- Existe o dia do Hino Nacional brasileiro que é comemorado em 13 de abril.

Para ouvir o hino nacional brasileiro e outros hinos de data comemorativas e instituições militares, clique aqui
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Informações sobre o ENANCIB

O ENANCIB de 2009 ocorre na cidade de João Pessoa nos dias 25 a 28 de outubro com a seguinte temática central: Responsabilidade Social da Ciência da Informação.



Este evento é promovido pela ANCIB (Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação) e possui grande reconhecimento na área. Dessa forma, expomos aqui informações sobre o evento.

Para conhecer um pouco mais sobre o ENANCIB acesse:




Para mais informações sobre a ANCIB acesse:


E informações sobre o ENANCIB 2009 acesse:


Informações sobre eventos anteriores:


http://www.enancib.ppgci.ufba.br/


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Nova enquete




Prezados usuários, colocamos uma nova enquete em nosso blog que vem com a seguinte pergunta:



Qual o setor acadêmico-profissional da Biblioteconomia que você mais gosta?





As opções são:

Tecnologias da Informação

Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação

Organização e Tratamento da Informação

Pesquisa

Gestão em Unidades de Informação

Recursos e Serviços de Informação

Colocamos apenas uma opção possível de ser assinalada para verificar qual o setor mais atrativo entre os votantes. Mas caso haja outro setor que você possua grande simpatia ou envolvimento além do que votou, sinta-se a vontade para comentar no blog.

Caso queira também justificar o seu voto, pode fazê-lo aqui nesta postagem.

Este espaço é todo seu!!!
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Resultado de enquete


Prezados usuários, agradeço a participação de todos que colaboraram com a seguinte enquete:

Na sua opinião, qual o maior mercado atualmente na área de Biblioteconomia?

Tivemos 190 votos em pouco menos de 2 meses de enquete.

Os resultados, a partir das opções estabelecidas na enquete, assim foram:

Bibliotecas públicas - 3 votos (1%)

Bibliotecas escolares (pública e privada) - 51 votos (26%)

Bibliotecas universitárias (pública e privada) - 63 votos (33%)

Arquivo - 7 votos (3%)

Empresas privadas (meios de comunicação, bancos, indústrias) - 18 votos (9%)

Concursos - 48 votos (25%)

Entendemos a partir da enquete a seguinte situação:

O mercado em biblioteca universitária realmente é o maior da área, pois tem empregado em boa quantidade com salários razoáveis, especialmente pela exigência do MEC de que toda biblioteca universitária deve conter bibliotecário.

Já o mercado em biblioteca escolar é o potencialmente maior, ou seja, tem muito espaço para contratação e concurso para bibliotecários, mas ainda não foi concretizado. Sem dúvidas, a Biblioteconomia precisa se envolver mais com esse setor de mercado, pois pode render muitos frutos promissores a área.

Com relação aos concursos, não é nem o maior e nem o maior em potencial, mas é certamente o melhor, pois comumente abrem vagas de concursos para bibliotecários com salários com uma ótima proposta profissional. É um espaço que vem crescendo consideravelmente nos últimos anos e deve ser ainda mais explorado pelos nossos profissionais que buscam a tão sonhada estabilidade financeira.

As empresas privadas, ainda podem ser consideradas mercados relativamente novos de atuação profissional. É o que chamamos de MERCADO NÃO-CONVENCIONAL (aquele mercado que vai para além da biblioteca e coloca o bibliotecário como potencial ou real gestor do conhecimento).

O Arquivo é uma possibilidade de mercado simpatizada por muitos bibliotecários. Porém, com a inclusão de novos cursos de Arquivologia espalhados pelo Brasil, esse mercado ficará ainda mais competitivo e especializado.

Finalmente, a biblioteca pública que foi o menos votado. Colocamos esta opção pelo fato de que em muitas bibliotecas públicas não existem bibliotecários concursados. Isto quer dizer que vários empregos neste espaço são temporários e são conquistados através de projetos de empresas públicas e até com parcerias privadas. Todavia, alguns estados e municípios estão estabelecendo concursos públicos para estabilizar um pouco mais as ações da biblioteca pública e também o bibliotecário, o que pode fazer o mercado neste setor crescer.
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Aula sobre ciência


Caros colegas, compartilho com vocês, slides referentes a uma aula sobre ciência. O conteúdo pode ser acessado pelo link:

Nesta aula desenvolvemos uma breve análise sobre os conceitos do termo ciência desde os mais tradicionais, até os mais contemporâneos. Analisamos também os pressupostos básicos da ciência tradicional e da ciência contemporânea. Finalmente, mostramos brevemente a classificação das ciências.

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A relação entre biblioteca e bibliotecário: uma breve reflexão


O contexto majoritário da sociedade considera a Biblioteca um simples espaço de leitura e empréstimo de livros. Muitos Bibliotecários ainda estão no ostracismo de trabalhar a função técnica da Biblioteconomia, valorizando, sobretudo, a catalogação, classificação e indexação. Isso implica dizer, evidentemente, que a visão de ambos os aspectos encontram-se cerceadas a terminologias vagas. Todavia, essa “vaguidade” pode ser suscetivelmente percebida pela classe biblioteconômica e alguns grupos de áreas afins.

Assim, fica a interpelação: Quais motivos levam os dois aspectos supramencionados a se caracterizarem de forma tão supérflua? Inicialmente é importante afirmar que a Biblioteca, normativamente, falando deveria desenvolver atividades muito mais amplas do que as tradicionais que são os empréstimos de livros. Em segundo lugar, vale a ressalva que o profissional adequado para trabalhar no desenvolvimento das atividades de uma Biblioteca é o profissional Bibliotecário. Então, estes profissionais não desenvolvem corretamente ou desenvolvem cerceadamente as atividades prementes de uma Biblioteca?

Seria mais uma vez vago responder afirmativamente a questão. É praticamente impossível avaliar as condições do contexto conjuntural entre biblioteca e bibliotecário, sem mencionar e elucidar algumas questões: a educação, sociedade governo, mídia.

O primeiro fator reflete a máxima da afirmação de muitos intelectuais: o investimento na educação é primordial para o desenvolvimento político, social, econômico, cultural e tecnológico do país. Isso aconteceu em países como o Japão, Alemanha, etc. A Biblioteca deveria ser utilizada como instrumento de educação suplementar. O que seria isso? Simplesmente o aparato onde a sociedade poderia exercer suas atividades escolares, acadêmicas, como leituras, escritos e, mormente a pesquisa, pois esta faz parte das características de uma formação mais ampla dos estudantes, vez que insufla a prática dos outros fatores citados.

Desse modo, como a Biblioteca não é bem explorada em seus atributos culturais e científicos o Bibliotecário fica a mercê de um tecnicismo, onde a prática de técnicas estudadas no curso de Biblioteconomia torna-se atividades preponderantes. Isso ocorre em virtude de inúmeros fatores: falta de estrutura da universidade para o desenvolvimento de atividades, desinteresse do docente, que fica resignado com as técnicas estudadas, sem procurar fontes de informação mais amplas para desenvolver atividades que corroborem mais com o seu local de trabalho, concomitantemente ao cerceamento de muitos locais de trabalho em exigir do Bibliotecário apenas o uso das técnicas acima mencionadas, sem reconhecer o valor de atividades educativas, sociais e culturais, que poderiam ser concretizadas por este profissional, dentre alguns outros aspectos.

Em complementação ao primeiro, o segundo é a prova cabal dos maus investimentos na educação, vez que a maioria não reconhece a Biblioteca como um pólo importante para grandes atividades. Os motivos são os mais variados possíveis: questão social, onde milhões de pessoas pouco têm o que comer, e dificilmente atentarão para a Biblioteca como uma corroboração para a sua vida. Uma frase do grande filósofo Karl Marx pode ampliar os laços de inteligibilidade do assunto, quando afirma que o ser humano para o desenvolvimento de suas atividades básicas como andar, correr, estudar, é necessário que ele tenha subsistência alimentar. Desse modo, é possível compreender que em virtude dessa questão milhões de pessoas não poderão reconhecer as atividades da Biblioteca, dado que essa grande quantidade de pessoas não tem condições físicas, sociais, cognitivas e intelectuais de usufruir da instituição supramencionada, bem como esta pouco chega às comunidades mais carentes, com o intuito de suprir necessidades educativas e alimentares (embora a segunda não seja o seu papel, mas para o seu reconhecimento nas comunidades carentes é um forte aliado) e quando chega é de forma efêmera, no contexto majoritário dos casos evidentemente.

Para uma compreensão mais elucidativa do assunto é preciso mencionar a vertente governamental que implica dizer a questão política. O governo pouco investe em educação no Brasil, comprovando um alto índice de disparidade social, miséria, fome, dentre outros fatores. O investimento do governo na educação está comprovado que é o principal fator aumentativo do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Contudo, este fato ainda está muito aquém de ter eficácia no Brasil. Assim, as Bibliotecas, como instrumento de educação suplementar ou, para alguns, até básica, fica sem estrutura física, de acervo e financeira para que o bibliotecário tenha fomento e condições para o desenvolvimento de outras atividades.

O quarto fator refere-se à mídia. Em alguns casos, o monopólio midiático oferece de informações sem análises mais profundas, onde o espectador não consegue absorver de forma promissora as informações emitidas. É evidente que a mídia produz grandes conteúdos, concomitantemente a conteúdos supérfluos e alienantes. Outro fator da mídia é o monopólio que interfere nas questões políticas do país, onde esta se apossa de vários interesses governamentais, prejudicando o interesse da população em seu aspecto majoritário.

Vale salientar como esses fatores são importantes para a constituição de uma Biblioteca reconhecida e de um Bibliotecário atuante. Com efeito, é importante que a classe biblioteconômica atente para os problemas da Biblioteca, a fim de que ambos possam ser reconhecidos com importantes atividades para a sociedade e para o país. Percebe-se que a escassez de ações políticas por parte da categoria, é outro motivo que leva ao descaso com as Bibliotecas.

Dessa forma, é fundamental a ação das categorias, que numa deliberação coletiva entre conselhos, associações, profissionais, docentes e estudantes combatam esse tipo de postura adotada pelo governo, visto que isso se caracteriza como total desvalorização da profissão de Bibliotecário para o desenvolvimento das atividades em questão. Não obstante a necessidade de capacitação do Bibliotecário para desenvolver tarefas de cunho eminentemente tecnológico (automação de Bibliotecas, Bibliotecas Virtuais, softwares livres); políticas (debates, seminários); sócio-educativas (trabalhos comunitários, visando o estímulo a leitura) e culturais (exposições de diversos assuntos), é preciso perceber que muitas aplicações a atividades em Bibliotecas relegam o Bibliotecário. Esta não é a única e nem será a última se não houver uma ação eminentemente política por parte das categorias biblioteconômicas. Está faltando ação política ao Bibliotecário, a fim de reivindicar maior visibilidade no mercado e na sociedade. É preciso união e o objetivo do enaltecimento da profissão, visando a concomitante sobrepujança da instituição Biblioteca.

Verifica-se também a importância de uma ação política dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia (CRB’s e Conselho Federal de Biblioteconomia - CFB), Associações (pode ser encabeçada pelas associações estaduais), a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB), bem como de Docentes, Profissionais e Estudantes disseminados pela nação, visando possibilitar uma grande articulação, a fim de pressionar os órgãos governamentais e outras instituições a reconhecerem efetivamente a profissão do Bibliotecário como importante para a sociedade.

Para tanto, é mister que seja trabalhado em cada estado e/ou a partir de uma integração entre os estados uma força tarefa que vise, inicialmente, a sensibilização e posterior mobilização das categorias biblioteconômicas para o êxito do reconhecimento da instituição Biblioteca e da Profissão Bibliotecário. A ação deve partir de um grupo consciente e envolvido com a causa. É difícil, mas é preciso um grande pensamento politizado, concatenado e reivindicatório, de sorte que há uma interdependência e reciprocidade de ações, entre a Biblioteca e o Bibliotecário, o que facilita o crescimento de ambos.

Contudo, de nada adianta toda essa mobilização se não houver projetos, idéias e propostas. Uma profissão que quer ser reconhecida no mercado precisa de uma mobilização política baseada numa proposta sólida. Muitas vezes o bibliotecário se questiona por qual motivo a sua função não é tão valorizada. Mas seria mais pertinente perguntar antes: qual a minha função profissional? Quais os projetos que eu tenho a mostrar, visando a satisfação da sociedade? Quais as minhas propostas de ação profissional, visando ser aceito e reconhecido pela minha instituição.

Portanto, essa relação entre biblioteca e bibliotecário aprece muito óbvia para a classe biblioteconômica no pensamento, mas será que na prática essa relação é tão visível assim? Olhando para as bibliotecas públicas, escolares, comunitárias e populares essa relação passa a não ser tão óbvia assim. Agora, imagine para a sociedade. Por isso, é de fundamental importância que a formação acadêmica em Biblioteconomia e a prática profissional estejam direcionadas no agir social, na satisfação dos interesses da sociedade, pois são eles que irão valorizar ou não a profissão. Mas enquanto a função do bibliotecário estiver direcionada apenas no fazer técnico e organizacional (com as exceções logicamente), a sociedade dificilmente compreenderá o potencial da Biblioteconomia como uma área efetivamente capaz de fazer uma biblioteca fluir e mostrar o seu potencial social, cultural e educativo.

Jonathas Carvalho
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Abertas inscrições para o mestrado e doutorado em Ciência da Informação IBICT/UFRJ


Estão abertas as inscrições para o mestrado e doutorado em Ciência da Informação promovido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) em parceria com a UFRJ.

As inscrições têm seu início no dia 28 de outubro e vão até 13 de novembro de 2009.


Mais informações sobre o processo de inscrição e seleção no edital:


Outras informações sobre o Programa, Regulamento, Professores/Pesquisadores e as disciplinas do mestrado e doutorado acessar:


Boa sorte para quem tentar!!!

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